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Entrevista com Dimitri Nakov Imprimir E-mail
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Por Davidson   
19 de novembro de 2007

Entrevista com Dimitri NakovA Assessoria de Comunicação no limits-eventos, realizou uma entrevista com um dos melhores Djs da atualiade que já esta na cena psytrance desde 1998, confira agora mesmo, algumas curiosidades que você esteja muito afim de saber.

O Dj Dimitri Nakov (foto) é um dos melhores DJs da atualidade. Produzindo suas músicas com nomes consagrados como Hallucinogen, Dino Psaras e Tristan, Dimitri mantém em parceria com Deedrah e Serge (Antidote) o projeto chamado GBU. Agora, em carreira solo, ele mostrará seu outro lado, fala sobre as novidades que estão contidas nesse novo trabalho e revela o que pensa sobre a cena eletrônica e sobre o psytrance.

Nesta entrevista Dimitri Nakov, fala de quais os seus planos para 2008, e comenta que vai lançar uma coletânea de músicas próprias e dois CDs mixados  um de psytrance e outro de minimal, electro e progressive.

Confira

 

1-) Já faz muito tempo que você está na carreira musical, envolvido com a música eletrônica. O que acha que mudou do seu início até agora?

Em relação ao Brasil mudou muito, cresceu muito. Mas a música também mudou, os artistas mudaram. Eles estão mais conhecidos por copiar músicas do que por criarem, por serem originais.
Os preconceitos mudaram também, hoje existem mais estilos do que antes e, por esse motivo, a cena e a música eletrônica estão sendo levadas para mais lugares.

2-) Como foi o ano de 2007 para você em relação às produções, festas, parcerias?

Tudo ótimo. Consegui fazer algo que não faço há anos: tirar uns meses para ficar em casa, sem viajar, estar mais no estúdio, ter uma vida de novo.

3-) Você faz parte do projeto GBU com o Dedrah e Serge (Antidote) e agora sozinho esta com um projeto solo. Fale de suas produções, como é esse novo projeto, qual estilo, quais influências? O que te inspirou pra começar a fazer música sozinho?

Sempre quis fazer um projeto solo, mas nunca tive tempo de ficar centrado no estúdio, os últimos anos passaram muito rápidos. Agora, decidi lançar uma coleção de músicas minhas porque, mais que nunca, existe uma necessidade de mudar, evoluir e chegou a hora.
Duvido que crio músicas de estilo óbvio e formulático, hoje minhas produções caem bem. Todas as cenas eletrônicas tiveram várias mudanças, o eletro e o minimal chegaram na mesma hora e o trance está (generalizando) sempre igual.
Tem muita coisa boa no trance, e somos sortudos porque ele está crescendo muito, mas falta variedade considerando o tamanho da cena. Acho que se chegasse com meu estilo há dois anos atrás, não ia cair tão bem como hoje.  Sou eclético nos meus gostos, e também já estou na música já faz alguns anos, gosto de uma variedade, uma história, e estou trazendo diversas influências musicais nas minhas produções.

4-) A TRIBE é uma das maiores festas de música eletrônica open air do mundo. O que você tem a dizer sobre ela?

Tenho pouco para acrescentar. É só olhar para festa, o tamanho em que está e saber um pouco sobre as pessoas que a criaram para entender que é algo especial, que cresceu por causa da paixão pela música e pela cena, que fez da Tribe o que é hoje.

5-) Qual foi a primeira Tribe que você tocou? Lembra do line up? O que mudou daquele tempo pra hoje em dia?

Já não lembro mais, mas sei que toquei junto com o Du Serena numa festa antes de existir a Tribe. Encontrei-me com ele para escutar sobre os planos do que viria ser a Tribe e ajudar como pudesse.

6-) Você é visto hoje como um dos melhores DJs de psytrance do mundo com inúmeros fãs mundo afora, e uma carreira completamente consolidada. Você acha que tem pra onde crescer ainda no estilo como DJ? Como você vê o seu nome ligado a um live agora? Como você está encarando essa nova fase da sua carreira?

Estou encarando essa nova fase com muito prazer e muita vontade. A cena não estava me deixando crescer mais como DJ, então segui o caminho do live. Ainda tenho muito para percorrer como DJ, mas estou esperando a cena amadurecer para que eu possa continuar, até então, espero curtir e dar a oportunidade para que todos possam ver um outro lado do meu trabalho, as minhas produções.
Pretendo entrar mais no minimal/electro/progressive, então é necessário firmar minha carreira também com o live e mostrar outros sons e vertentes musicais. Como DJ, o negócio é nada mais do que curtir o momento e sintonizar com a pista, não estou aí para educar. Tocando ao vivo é outra coisa, e já que a pista confia em mim como DJ, espero que confie em mim também com o live.

7-) Quais são seus planos para 2008?

Continuar o que comecei faz tempo, uma vida voltada para música. Lançarei uma coletânea de músicas próprias e dois CDs mixados: um de psytrance e outro de minimal, electro e progressive. Como se um CD fosse para festa e outro para esquentar a noite ou acalmar no fim.

Comentarios (1)Add Comment
Dimitri um dos melhores DJ
escrito por rafael.cunha, 19/novembro/2007
Eu acho que o Dimitri é um dos melhores DJ, ele tem técnicas de mixagem que so ele tem, muito bom nas viradas, mesmo sendo psytrance quanto progressive.

Quem tiver a oportunidade veja-o e preste atenção na sua música, não da para ficar parado... smilies/grin.gif

Estou a espera de novas novidades sobre esse live dele, dizendo ele em live de vertentes de progressive. Vamos ver se ele vai ter mesma carícia que tem como DJ.

Boa matéria...

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