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	<title>MUSICAS ELETRONICAS de Verdade! - ELETRO MÚSICA &#187; Mixagem</title>
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	<description>MÚSICAS ELETRÔNICAS - Eletro Música, Leva até você informações sobre a musica eletronica 2012, Lançamentos, Rádio Online, DJs, Guia de Baladas, Fotos de Baladas, Vídeo Clipes e muito mais...</description>
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		<title>AMPLIFICADOR</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 03:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Textual Conteudo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mixagem]]></category>

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		<description><![CDATA[AMPLIFICADOR - Na hora de investir numa aparelhagem, o DJ deve conhecer alguns detalhes do que vai comprar. Os amplificadores não fogem à regra.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>AMPLIFICADOR</strong> &#8211; Os <strong>amplificadores</strong>, assim como toda a gama de aparelhagem disponível para qualificar o trabalho do DJ, é um equipamento muito importante. Na hora do DJ escolher o modelo para profissionalizar o seu trabalho, tem que estar atento aos tipos existentes, conhecer um pouco sobre o aparelho e identificar qual o modelo mais adequado para suprir as suas necessidades.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14761 aligncenter" title="AMPLIFICADOR" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2008/10/AMPLIFICADOR.jpg" alt="AMPLIFICADOR" width="285" height="300" /></p>
<p>Para começar, o <strong>amplificar eletrônico</strong> é um equipamento estéreo de alta fidelidade, composto principalmente de dispositivos ativos, entre eles, válvulas e transmissores. Devido a alta fidelidade que caracteriza um amplificador, com ele é possível elevar os níveis de tensão dos sinais de áudio.</p>
<p>O <strong>amplificador</strong> conta com dois estágios. O <strong>pré-amplificador</strong> é a fase em que o amplificador recebe o sinal de um receptor, como o <a href="http://www.eletromusica.com.br/eletro-wiki/mixagem/toca-discos/" target="_blank"><strong>toca-discos</strong></a> de baixo nível, por exemplo, e corrige-o, entregando na saída um sinal suficientemente elevado para excitar o <strong>amplificador de potência</strong>.</p>
<p>Já o estágio do <strong>amplificador de potência</strong> acontece quando o <strong>amplificador de áudio</strong> ou de RF (<em>radiofrequência</em>) eleva o sinal de áudio ou de RF fornecido pelo pré-amplificador ou oscilador a um nível de tensão e impedância adequado para funcionarem as caixas acústicas ou antenas transmissoras. Para funcionar em ambas as situações, existe o amplificador integrado, que possui os dois estágios no mesmo aparelho.</p>
<p>São três os <strong>modelos de amplificadores</strong>: valvulados, transístores e operacionais. Os valvulados, apesar de ser o modelo mais antigo, ainda hoje são utilizados em aparelhos High End e em amplificadores para instrumentos, em especial a guitarra elétrica. Um amplificador valvulado geralmente funciona sob altas tensões de alimentação e baixas correntes, o que torna necessário o uso de transformadores de saída para adequar as impedâncias de saída do amplificador (altas) com as baixas impedâncias dos alto- falantes.</p>
<p>Com a invenção dos transístores, as válvulas foram pouco a pouco substituídas por estes <strong>novos amplificadores</strong>, devido às vantagens de menor consumo de energia, maior durabilidade, menor tamanho e custo menor. Os transistorizados têm comportamento diferente dos valvulados, a distorção é diferente e não necessitam de transformadores de saída para casar as impedâncias dos alto-falantes.</p>
<p>Já os operacionais são amplificadores diferenciais DC de alto desempenho: alto ganho, alta impedância de entrada, baixa impedância de saída e grande resposta em frequência. Foram criados para implementar computadores analógicos, executando operações matemáticas com valores de tensões como operandos e resultados. Esses são muito usados em instrumentação e <strong>equipamentos eletrônicos</strong> em geral.</p>
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		<title>CAIXAS ACÚSTICAS</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 03:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Textual Conteudo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mixagem]]></category>

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		<description><![CDATA[CAIXAS ACÚSTICAS - Para a melhor acústica do som reproduzido ou criado pelo DJ, é importante avaliar quais os melhores modelos de caixas acústicas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CAIXAS ACÚSTICAS</strong> &#8211; Mais do que criar efeitos mil ao comando das picapes, o DJ deve se preocupar em ter os <strong>equipamentos</strong> necessários para que seus ouvintes tenham acesso a um bom e alto som. Para garantir isso, as caixas acústicas são acessórios imprescindíveis, construídas em madeira ou plástico com uma abertura para instalar os alto-falantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14759 aligncenter" title="CAIXAS ACÚSTICAS" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2008/10/CAIXAS-ACUSTICAS.jpg" alt="CAIXAS ACÚSTICAS" width="500" height="448" /></p>
<p>Com as<strong> caixas acústicas</strong>, as ondas sonoras dianteiras e traseiras emitidas pelos <strong>alto-falantes</strong> não se misturam, ou seja, impedem a interferência de uma sobre a outra, o que anularia o som. Também servem para melhorar a <strong>acústica da reprodução sonora</strong> tanto em resposta em frequência quanto em tempo de resposta.</p>
<p>Em geral, as <strong>caixas acústicas</strong> contam com mais de um <strong>alto-falante</strong>, assim, é garantido que todas as faixas de frequências audíveis sejam contempladas. As pequenas <strong>caixas acústicas</strong>, responsáveis pelos sons agudos, são chamadas detweeters. Já as caixas de média frequência são asmid-ranges e as de frequência grave, woofer. Uma espécie de filtro eletrônico, o circuito divisor de frequências, vai otimizar o funcionamento das caixas acústicas ao distribuir o espectro sonoro adequadamente entre elas. Conforme a potência do seu som, o DJ vai optar pelo melhor conjunto de caixas acústicas.</p>
<p>Existem quatro tipos de caixas acústicas: a Selada, a Dutada, a Passa Banda e a Linha de Transmissão. A selada isola completamente o som traseiro do dianteiro, por isso sua acústica conta com tempos de resposta rápidos. A variação do tempo de resposta do alto-falante varia pouco em função da frequência, ficando geralmente abaixo de 10ms. Assim, ela é responsável por graves rápidos e precisos, percebido em tambores e bumbos rápidos.</p>
<p>A dutada (<em>com pórtico</em>) também é selada em toda sua extensão com exceção de um duto. Este duto, ou pórtico, é nada mais que um tubo de diâmetro e comprimento projetados para ressonar em uma frequência desejada. Assim, sua acústica tem um reforço de amplitude na região de ressonância do duto de 3dB. Pode ser projetada para que fique plana e capaz de responder com força na região dos sub-graves.</p>
<p>Já a Passa Banda reproduz somente uma faixa de frequência, sendo de difícil manuseio. Por fim, a Linha de Transmissão é moderna e diferente das demais caixas acústicas, uma vez que se assemelha a um grande corredor na traseira do alto-falante, cuja área é equivalente a do cone, aberto na outra extremidade. Seu projeto é refinado e alia o baixo tempo de resposta de uma caixa selada com a extensão de resposta de uma caixa dutada. Mas seu tamanho, relativamente grande, limita seu uso.</p>
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		<title>CD</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 03:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Textual Conteudo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mixagem]]></category>

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		<description><![CDATA[CD - Mesmo com a resistência de alguns profissionais, DJs estão cada vez mais utilizando o CD, o baixo custo e praticidade são motivos da mudança.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14757 aligncenter" title="CD" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2011/06/CD.jpg" alt="CD" width="347" height="350" /></p>
<p><strong>CD</strong> &#8211; O uso do <strong>CD</strong> tem ganhado espaço entre os <a href="http://www.eletromusica.com.br/category/conteudo/djs/" target="_blank"><strong>DJs</strong></a>. O seu menor custo e praticidade no manuseio são fatores que vem ajudando nesta mudança. Tanto o valor do <strong>CD</strong> em si como o preço do aparelho que o DJ usa para tocá-lo, o CDJ, é mais acessível, principalmente para quem está iniciando na carreira.</p>
<p>O <strong>CD</strong> é relativamente novo, cerca de 30 anos, e devido às rápidas mudanças pelas quais passam as novas mídias, substituiu rapidamente o disco de vinil, ao menos para os usuários comuns. No entanto, o mesmo motivo que fez o <strong>CD</strong> se inserir tão rapidamente na sociedade é o mesmo que já está fazendo com que ele perca seu lugar no topo das mídias audiovisuais.</p>
<p>Entre as décadas de 1980 e 1990, o <strong>CD</strong> foi inventado e iniciou sua comercialização. Tecnicamente, o <strong>CD</strong>, abreviatura de compact disc, serve para o armazenamento de dados digitais, principalmente de música. Mas é comum também, hoje em dia, os <strong>CD</strong> que contenham softwares de computador, neste caso ele passa a se chamar CD-ROM. Características como maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados, promoveu a sua rápida popularidade.</p>
<p>O <strong>CD</strong> é um disco de acrílico, no qual é impressa uma longa espiral (<em>22,188 voltas, totalizando 5,6 km de extensão</em>). As informações são gravadas em furos nessa espiral, resultando em pontos brilhantes e pontos escuros. Estes pontos são chamados de bits, e compõem as informações carregadas pelo CD. Para se ter uma idéia de sua capacidade, hoje, o CD comporta o equivalente a 487 disquetes de 3 1/2&#034; (<em>com capacidade de 1,44 MB</em>). Essa capacidade significa 700 MB de dados. Além disso, o <strong>CD</strong> é mais resistente à exposição ao calor, frio e, até mesmo, à proximidade com aparelhos com campo magnético, como celulares ou telemóveis.</p>
<p>Quando o DJ opta por utilizar o <strong>CD</strong> em suas performances, o profissional deve adquirir o CDJ, que funciona semelhante ao leitor de CD comum, com a diferença de que o CDJ possui as funções extras de efeitos para os <strong>DJs</strong>. Em ambos casos, a leitura do <strong>CD</strong> é feita na superfície de espiral, que é varrida por um laser, utilizando luz no comprimento infravermelho. Essa luz é refletida pela superfície do disco e captada por um detector, que envia ao controlador do aparelho a sequência de pontos claros e escuros. Esses pontos são convertidos em &#034;<em>uns ou zeros</em>&#034;, os bits (<em>dados binários</em>). E assim a música se torna audível.</p>
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		<title>DISCO DE VINIL</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 03:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Textual Conteudo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mixagem]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCO DE VINIL - Mesmo com o surgimento de outras mídias, o disco de vinil é ainda o mais utilizado pelos DJ ao botar o pessoal pra dançar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14753 aligncenter" title="DISCO DE VINIL" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2008/10/DISCO-DE-VINIL.jpg" alt="DISCO DE VINIL" width="500" height="304" /></p>
<p><strong>DISCO DE VINIL</strong> &#8211; A origem do trabalho do DJ está intimamente ligado ao surgimento do <strong>disco de vinil</strong>, hoje artigo já considerado relíquia colecionável. Foi o <strong>vinil</strong>, também conhecido como bolachão, que permitiu a ascendência da <a href="http://www.eletromusica.com.br/conteudo/materias/profissao-djs/" target="_blank"><strong>profissão de DJ</strong></a>. Esse casamento foi possível com o aparecimento das discotecas no início dos anos 70, quando os DJ ultrapassaram o espaço das rádios, onde costumavam atuar, para dominar as pistas de dança.</p>
<p>Até os anos 90, os <a href="http://www.eletromusica.com.br/category/conteudo/djs/" target="_blank"><strong>DJs</strong></a> utilizavam apenas disco de vinil nas suas apresentações. Nesta época, já existiam os CDs, mas com eles não era possível fazer o sincronismo da música que iria entrar com a que estava em execução, ou seja, o ajuste do pitch para posterior mixagem.</p>
<p>Ao contrário, o bolachão sempre possibilitou ao DJ alterar em um ou dois por cento a velocidade, permitindo que o compasso das músicas ficasse sincronizado. Assim, o público não perceberia que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois ambas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.</p>
<p>O <strong>disco de vinil</strong> recebeu este nome quando foi inventado, na década de 50, porque o material plástico utilizado para sua produção se chama vinil – um material plástico, geralmente cloreto de polivinila, também conhecido por PVC. Normalmente de cor preta, o vinil registra informações de áudio através dos seus micro-sulcos que se estendem da borda externa até o centro no sentido horário. As informações são reproduzidas quando a agulha do toca-discos é conduzida sobre essas ranhuras.</p>
<p>Existem o LP, EP, Single e Máxi. Todos são tipos de vinil, cada um com suas especificações. O mais comum é o LP, abreviatura de Long Play, pois comporta cerca de 20 minutos por lado. O formato LP é utilizado para a comercialização de álbuns completos. O EP – Extended Play tem capacidade de oito minutos por lado, contem em torno de quatro faixas. Já o Single ou compacto simples é  usado para a difusão da música de trabalho de um álbum completo a ser posteriormente lançado e conta apenas com quatro minutos. O Máxi, menos comum, possui 12 minutos por lado.</p>
<p>A gravação de um vinil é analógica, sendo essa característica possivelmente a mais importante na preferência de muitos DJ, que ainda hoje optam pelos bolachões. Ao contrário das gravações digitais, especialistas afirmam que as gravações analógicas não cortam as frequências sonoras mais altas e baixas, nem elimina harmônicos, ecos, naturalidade e espacialidade do som.</p>
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		<title>FONES DE OUVIDO &#8211; HEADPHONES</title>
		<link>http://www.eletromusica.com.br/eletro-wiki/mixagem/fones-de-ouvido-headphones/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 03:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Textual Conteudo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mixagem]]></category>

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		<description><![CDATA[FONES DE OUVIDO - HEADPHONES - Não dá pra imaginar um DJ sem os fones de ouvido. Mas na hora de escolher um modelo não é só o visual que pesa na avaliação, os detalhes fazem a diferença.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14751 aligncenter" title="FONES DE OUVIDO - HEADPHONES" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2008/10/FONES-DE-OUVIDO.jpg" alt="FONES DE OUVIDO - HEADPHONES" width="288" height="375" /></p>
<p><strong>FONES DE OUVIDO</strong> &#8211; No <a href="http://www.eletromusica.com.br/" target="_blank"><strong>universo da música eletrônica</strong></a>, as imagens são tão importantes quanto o som. Isto é visto nas festas em que são feitas projeções multicores e no visual das pessoas que curtem dançar ao som da <a href="http://www.eletromusica.com.br/" target="_blank"><strong>e-music</strong></a>. Para compor o cenário, o DJ é o elemento essencial, que vai guiar os corpos ao <strong>ritmo da música</strong>. Neste momento, ele ganha destaque no ambiente, sempre acompanhado do seu fiel escudeiro: os <strong>fones de ouvido</strong>. Mas não são simples <strong>fones de ouvido</strong>, são os aparelhos responsáveis para que o DJ possa escolher a próxima música sem sair do ritmo.</p>
<p>Esse modelo de fone é chamado de supra-auricular (<em>headset</em>), geralmente de tamanho maior e almofadado, são confortáveis, fáceis de colocar e tirar. Alguns possuem a traseira fechada, que ajuda a bloquear boa parte dos ruídos externos. Por serem maiores, reproduzem o som com maior fidelidade e, por ficarem mais longe do tímpano do que outros modelos, são menos nocivos à audição.</p>
<p>Dentro dessas características gerais, é importante que o DJ se atenha a algumas especificações na hora de escolher o seu modelo. Quanto ao isolamento, é importante dizer que esse é o tópico mais importante, já que o fone precisa isolar muito bem o barulho de fora, para o DJ acertar com precisão a próxima mixagem. Outro aspecto de um bom fone é a sua resistência, uma vez que DJ está o tempo todo tirando e colocando-o de volta na cabeça, além de transportá-lo com outros materiais.</p>
<p>A possibilidade de articulação é outra característica importante. Como existem várias formas de utilizar os <strong>fones de ouvido</strong>, ele precisa se adaptar ao gosto do freguês, seja preso à cabeça como uma tiara, por trás da nuca ou apoiado no ombro. Nem sempre se dá a devida importância a todos os acessórios que um DJ utiliza, mas no caso dos cabos, sua largura e resistente é o que vai permitir ao DJ se locomover em seu espaço, ao procurar e guardar discos.</p>
<p>Também é importante sentir o peso do fone ao adquirir um novo modelo, já que o aparelho vai permanecer muitas horas acoplado na cabeça. Por fim, a qualidade do som é outra característica a ser observada, para que o DJ tenha uma boa referência da música que vai entrar, sem distorções. Mas no geral os <strong>fones</strong> próprios para DJ proporcionam sons altos e claros.</p>
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		<title>SISTEMA DE SOM</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 03:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Textual Conteudo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mixagem]]></category>

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		<description><![CDATA[SISTEMA DE SOM - Conforme as necessidades de cada DJ, existem diferentes combinações entre aparelhos para formar o sistema de som adequado às exigência do profissional.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SISTEMA DE SOM</strong> &#8211; Para o trabalho de um DJ ser bom, nem sempre bastão profissional saber comandar as picapes com criatividade e destreza, o sistema de som utilizado também ajudar a fazer a diferença. Hoje, as opções de aparelhagem são grandes e deve ser escolhida conforme a necessidade de cada profissional. Por isso, é importante estar atendo às características do <strong>sistema de som</strong> que será utilizado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14749 aligncenter" title="SISTEMA DE SOM" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2008/10/SISTEMA-DE-SOM.jpg" alt="SISTEMA DE SOM" width="126" height="350" /></p>
<p>Caso o DJ estiver iniciando a sua carreira e está sem muita grana para investir numa aparelhagem completa, ele pode iniciar até mesmo com um par de caixas multimídia, como as de computador. Elas servem desde que tenham uma boa qualidade, isto é, possuam uma definição boa de graves médios e agudos, além de um volume que atenda as necessidades do DJ. Se o aspirante tiver um micro system é ainda melhor, uma vez que as caixas desse aparelho tendem a ter melhor qualidade e maior poder. Para funcionar, o aparelho deve ter uma entrada line, em alguns aparelhos essa entrada é denominada de auxiliar e/ou vídeo. Ao optar pelo micro system, mesmo que não seja novo, o importante é que o amplificador esteja funcionando. Para evitar problemas, é mais indicado utilizar, no máximo, 80% de sua potência.</p>
<p>Se o DJ deseja uma aparelhagem profissional, pode conectar ao computador tanto um sistema profissional básico de pequeno porte (<em>amplificador e caixas de som/acústicas de baixa potência</em>) quanto a sistemas de grande porte. Os modelos profissionais geralmente são compostos por equipamentos modulares, isto é, separados, de grande potência e custo, como amplificador (es), caixas e equalizador (es). Já um sistema pequeno pode contar apenas com amplificador e caixas acústicas de mais ou menos 150RMS, por canal. Para melhor performance, o DJ pode ainda investir em caixas profissionais amplificadas que também servem como monitor/retorno.</p>
<p>O <strong>sistema de som</strong> é utilizado desde os anos 50. O precursor veio da Jamaica, onde fazia mais sucesso entre a população menos privilegiada, uma vez que as pessoas não tinham condições de ter rádio ou <a href="http://www.eletromusica.com.br/eletro-wiki/mixagem/toca-discos/" target="_blank"><strong>toca-discos</strong></a> em suas casas. Assim, utilizam a aparelham do sistema de som para ouvir música em lugares abertos.</p>
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		<title>TOCA-DISCOS</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 03:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Textual Conteudo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mixagem]]></category>

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		<description><![CDATA[TOCA-DISCOS - Apesar das modernidades que facilitam o trabalho do DJ, profissionais adeptos ao vinil abominam outros aparelhos que querem substituir o toca-discos.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14747 aligncenter" title="TOCA-DISCOS" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2008/10/TOCA-DISCOS.jpg" alt="TOCA-DISCOS" width="500" height="388" /></p>
<p><strong>TOCA-DISCOS</strong> &#8211; Assim, alguns deles migram para os <strong>CDJ</strong>, além do custo menor, possibilita a inserção de efeitos e contam com pitch, leitura rápida das músicas e outros controles. Alguns modelos possuem ainda display luminoso para facilitar o uso em lugares escuros. Suas características vão depender da marca de cada modelo. Mas são os <a href="http://www.eletromusica.com.br/category/conteudo/djs/" target="_blank"><strong>DJs</strong></a> que <strong>tocam com iPad</strong> que incomodam mais os profissionais adeptos ao vinil, o também chamado bolachão.Neste caso, os <strong>DJs</strong> não usam laptop, <strong>toca-discos</strong> nem sintetizador, somente um <strong>iPad e um mixer</strong>, com o auxílio de aplicativos.</p>
<p>No caso dos <strong>DJs</strong> que comandam as picapes, ele pode optar por um toca-discos acionado por polia, por correia (<em>belt-drive</em>) ou por acionamento direto (<em>direct-drive</em>). Geralmente, os profissionais preferem o acionado por acoplamento direto, uma vez que não depende de contatos mecânicos, seu custo é maior, porém, a qualidade do som é garantida. Já o acoplamento por polia transmite a vibração do motor para o prato e, assim, para a cápsula fonocaptora e para o prato, prejudicando a sonoridade. O acoplamento por correia também é satisfatório, não absorvendo a vibração do motor, mas a correia degrada facilmente.</p>
<p>Outro fator que pesa na balança para a preferência pelo vinil é a qualidade que o som analógico tem sobre o digital. Em entrevista ao site <em>www.rockgaucho.com.br</em>, Paulo Assis, que trabalha com produção de áudio e escreve para revistas especializadas no assunto, explica que o som de um disco de vinil vem de um sulco no plástico. A onda não está representada por cálculos matemáticos, mas está lá, fisicamente presente. A agulha vibra nessas lombadas musicais e essa vibração é o som. Se nos aproximarmos bastante de uma vitrola, podemos ouvir o som sem nenhuma amplificação elétrica. Já em uma mídia digital, o som é gerado a partir de informações que representam a onda sonora. A onda é registrada em pontos que representam, ao longo do tempo, a “<em>energia do som</em>” naquele momento. Essa escala, no entanto, tem seus degraus matematicamente menores do que o ouvido humano pode perceber.</p>
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