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	<title>MUSICAS ELETRONICAS de Verdade! - ELETRO MÚSICA &#187; Entrevistas</title>
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	<description>MÚSICAS ELETRÔNICAS - Eletro Música, Leva até você informações sobre a musica eletronica 2012, Lançamentos, Rádio Online, DJs, Guia de Baladas, Fotos de Baladas, Vídeo Clipes e muito mais...</description>
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		<title>DJs investem em marketing pessoal para decolar na carreira</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 22:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Textual Conteudo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[DJs investem em marketing pessoal para decolar na carreira - Para DJ Marco Aka, na atualidade a chave para o sucesso dos DJs é saber trabalhar com o marketing pessoal. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14355 aligncenter" title="DJs investem em marketing pessoal para decolar na carreira" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/ELEMETMUSIC-DJ-MARCO-AKA.jpg" alt="DJs investem em marketing pessoal para decolar na carreira" width="500" height="157" /></p>
<p>Com a crescente popularização da música eletrônica o mercado ficou abarrotado de aspirantes a profissão, para o <a href="http://www.eletromusica.com.br/conteudo/djs/e/element-music/" target="_blank">Elementmusic</a> (<em><strong>DJ Marco Aka</strong></em>)saber trabalhar com o marketing pessoal é hoje a “<em>chave para o sucesso</em>” dos <a href="http://www.eletromusica.com.br/category/conteudo/djs/" target="_blank"><strong>DJs</strong></a>. Em entrevista exclusiva ao <a href="http://www.eletromusica.com.br/" target="_blank"><strong>EletroMúsica</strong></a> o DJ meio paulista, meio curitibano, complementa que é necessário provar seu valor e talento usando uma boa estratégia de marketing para se manter na profissão e aproveitar as boas fases.</p>
<p>Apesar de considerar sua imagem como reflexo do seu trabalho, <strong>ELEMENT</strong>, que escolheu por amor o <a href="http://www.eletromusica.com.br/eletro-wiki/estilos-musicais/progressive-trance/" target="_blank"><strong>Progressive Trance</strong></a>, acredita que é preciso aliar o trabalho de pesquisa, ou seja, o trabalho que os <strong>DJs</strong> efetuam como busca de novas músicas e estudo na profissão, à divulgação da própria imagem, pois essa união pode gerar excelentes resultados.</p>
<p>Nesse processo, acredita-se que a internet seja o melhor canal de divulgação da <a href="http://www.eletromusica.com.br/" target="_blank"><strong>e-music</strong></a>. Muitos <a href="http://www.eletromusica.com.br/category/conteudo/djs/" target="_blank"><strong>DJs e produtores</strong></a> hoje usam os recursos do meio digital para se promover e ampliar a visibilidade de um trabalho que até poucos anos atrás nem era percebido pela grande massa. Um exemplo é o trabalho do DJ Webba, que tem investido muito nas mídias sociais para alcançar seu público e divulgar seus projetos. Segundo Aka, a  perspectiva do cenário brasileiro é chegar ao modelo de profissionais internacionais como Ritchie Hawtin, que tem quase meio milhão de seguidores no Facebook.</p>
<p>Mesmo com o <a href="http://www.eletromusica.com.br/" target="_blank"><strong>mercado da música eletrônica</strong></a> estando poluído de vários artistas, como os “<em>ex-BBBs que fazem as noites em clubs que respeitosamente mereciam muito mais</em>”, <strong>ELEMENT</strong> vê perspectivas boas para o futuro, já que acredita que vários nichos de mercado estejam em crescimento e que o público com o tempo se torne ainda mais seletivo e que automaticamente exija mais dos músicos.</p>
<p><strong>ELEMETMUSIC &#8211; </strong>Para quem quer conhecer:</p>
<p>O <strong>ELEMENTMUSIC</strong> (<em><strong>Marco Aka</strong></em>), que tem como inspiração trabalhos de artistas como Chemical Brothers, Beastie Boys, Patife, Marky e Anderson Noise, acredita no potencial do Progressive Trance, apesar de defini-lo como um estilo mais restrito e menos lucrativo. Se você quer conferir o trabalho do DJ, acompanhe a agenda dele:</p>
<p>14/05 &#8211; Danghai Club (with Perfect Stranger) &#8211; PR<br />
21/05 &#8211; Sonoros Tech &#8211; SC<br />
18/06 &#8211; Magnetronic (Vagalume Tour) &#8211; SC<br />
09/07 &#8211; Liberty &#8211; SC</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Mas Infos</strong></span>:</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.elementmusic.com.br" target="_blank">www.elementmusic.com.br</a><br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://facebook.com/elementmusic" target="_blank">facebook.com/elementmusic</a><br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://soundcloud.com/elementmus" target="_blank">soundcloud.com/elementmus</a><br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://myspace.com/elementmus" target="_blank">myspace.com/elementmus</a><br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://twitter.com/elementmus" target="_blank">twitter.com/elementmus</a><br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://vetrinatalent/element" target="_blank">vetrinatalent/element</a></p>
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		<title>Entrevista com Axwell</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 00:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com Axwell Dono de hits como Nothing But Love, I Found You e Feel The Vibe, Axwell é considerado atualmente o 10º DJ mais popular do planeta pelo ranking da renomada revista DJ Mag inglesa e integra o mundialmente famoso coletivo Swedish House Mafia, ao lado de Sebastian Ingrosso e Steve Angello, projeto que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entrevista com Axwell</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-13790 aligncenter" title="Entrevista com Axwell" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Axwell.jpg" alt="" width="500" height="308" /></p>
<p>Dono de hits como Nothing But Love, I Found You e Feel The Vibe, Axwell é considerado atualmente o 10º DJ mais popular do planeta pelo ranking da renomada revista DJ Mag inglesa e integra o mundialmente famoso coletivo Swedish House Mafia, ao lado de Sebastian Ingrosso e Steve Angello, projeto que ele vê como um “<em>bônus</em>” para as carreiras individuais do trio.</p>
<p>Atração do SOME FESTIVAL (<em>Green Valley, 07/03/11</em>), ele falou com a gente após o lançamento do documentário Take One (Virgin/EMI), que retrata uma louca turnê de 253 apresentações do trio por vários países. Muito provavelmente, este é o filme mais arrojado e mais bem produzido da história da Dance Music.</p>
<p>Agora morando em Los Angeles, <strong>Axwell</strong> seguramente vive a melhor fase de sua carreira. E, após bombar o Some Festival, ele pretende aproveitar mais as praias brasileiras&#8230; Confira entrevista abaixo!</p>
<p><strong>Entrevista com Axwell</strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Você acabou de remixar “Blow Up” (Hard Rock Sofá &amp; St. Brothers), junto com Thomas Gold. Que critérios você utiliza para escolher músicas ou bandas para remixar?</strong></span></p>
<p><strong>AXWELL</strong>: <em>O processo é o mesmo em cada faixa: eu assino com o selo e tenho que ser capaz de tocá-la (ou pelo menos imaginar tocar) em meus sets. Como minhas produções próprias, ela precisa chocar. Com Thomas, eu venho tocando várias de suas tracks nos últimos 12 meses ou mais. Então trazê-lo à bordo para um remix foi natural para mim – nós também estamos procurando lançar algo de Thomas pela Axtone [selo próprio] em tempo para o verão, ele é um verdadeiro talento!</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Como tem sido a repercussão do documentário “Take One” (Swedish House Mafia)?</strong></span></p>
<p><strong>AXWELL</strong>: <em>Me preocupei tanto, mas tem sido tudo ótimo – eu estou verdadeiramente tão satisfeito pelo modo como foi concluído que eu não poderia estar mais feliz. Entretanto, agora eu tenho que pedir pra “inserir” mais alguns dos meus hits (risos)!!!</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Tive a sensação de que o documentário tenta transmitir uma imagem de que vocês são os “bad boys” da House Music. Vocês se acham polêmicos?</strong></span></p>
<p><strong>AXWELL</strong>: <em>Se eu nos considero polêmicos? Isto não é algo que eu já tenha considerado, para ser franco – a ideia de eu ser um “bad boy” é muito estranha pra mim. Sim, nós gostamos de um drink e de festejar tanto quanto qualquer pessoa, mas nós todos temos famílias e amamos essa parte de nossas vidas tanto quanto qualquer outra coisa.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Existe algum contraste na proposta musical do Axwell com relação ao Swedish House Mafia?</strong></span></p>
<p><strong>AXWELL</strong>: <em>A direção musical para ambos é sempre fazer a música “mais gorda” possível, sem exceção. Sim, há algumas diferenças entre os dois sons, mas meu trabalho solo é desenvolvido apenas por mim, enquanto o Swedish House Mafia é feito com Sebastian Ingrosso e Steve Angello, então suas influências e sons são obviamente parte daquilo&#8230;</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Você ainda mora na Suécia? O que você indicaria de música sueca para ouvirmos?</strong></span></p>
<p><strong>AXWELL</strong>: <em>Eu acabei de me mudar para Los Angeles e montei um estúdio lá, onde estou trabalhando em meu próprio material e novas faixas com o Swedish House Mafia, que serão lançadas em Miami. Sobre música sueca, Robyn fez três álbuns ano passado, “Body Talk” (dividido em Parte 1, 2 e 3). Não é House Music, mas ela é muito talentosa e eu acho que ela pode agradar uma enorme audiência.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Além de tocar, o que você mais gosta de fazer quando vem ao Brasil?</strong></span></p>
<p><strong>AXWELL</strong>: <em>Bem, por ser sueco e estar acostumado com o frio nesta época do ano, eu curto mais o sol e as praias quando vou ao Brasil, mas como sou um DJ, normalmente não me sobra tempo&#8230; Dessa vez, espero que eu consiga!</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>MAIS</strong></span>:</p>
<p>www.somefestival.com.br<br />
www.twitter.com/somefestival<br />
www.myspace.com/axwell<br />
www.axwell.co.uk<br />
www.facebook.com/axwellofficial<br />
www.twitter.com/axwell</p>
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		<title>Entrevista com Mark Knight</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 02:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Mark Knight é um dos mais proeminentes DJs e produtores de House. Através de seu badalado selo Toolroom Records, produz as festas Toolroom Knights, que já nomeou arenas em festivais como Global Gathering e Dance Valley e clubs como Pacha (Nova York) e Cocoon (Frankfurt). “Man With The Red Face” foi eleita “Música do Verão” [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12809 aligncenter" title="Entrevista com Mark Knight" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2010/11/MARK-KNIGHT.jpg" alt="" width="436" height="211" /></p>
<p><strong>Mark Knight</strong> é um dos mais proeminentes <a title="DJs" href="http://www.eletromusica.com.br/category/conteudo/djs/" target="_blank"><strong>DJs</strong></a> e produtores de <strong>House</strong>. Através de seu badalado selo Toolroom Records, produz as festas Toolroom Knights, que já nomeou arenas em festivais como Global Gathering e Dance Valley e clubs como Pacha (<em>Nova York</em>) e Cocoon (<em>Frankfurt</em>). “<em>Man With The Red Face</em>” foi eleita “<em>Música do Verão</em>” no DJ Awards 2008 (Ibiza). Em 2009, foi atração do Skol Sensation no Brasil, tornando-se bastante popular no país, posteriormente chegando a tocar em <a href="http://www.eletromusica.com.br/category/conteudo/guia-de-baladas/" target="_blank"><strong>clubs</strong></a> como a Pink Elephant.</p>
<p>O fato é que ele estará de volta ao Brasil em novembro, com novidade na bagagem – o lançamento da nova compilação “<em>Toolroom Knights 3.0</em>” – para ser uma das principais atrações do festival de 14 anos da XXXPERIENCE, onde ele se apresentará na House Mag Stage, às 05h00, ao lado de artistas como Nic Fanciulli, 16 Bit Lolitas, Afrojack, Renato Cohen, Wehbba e Jorge Junior e Alan Watkins (<em>Live Percussion</em>).</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Entrevista com Mark Knight</strong></span>:</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Olá Mark, você poderia nos dizer o que está fazendo neste exato momento?</strong></span></p>
<p><em>Agora eu estou em um voo ouvindo muitas das novas demos que recebi e colocando em dia meus e-mails. Esta é a hora e o lugar perfeito pra colocar minhas músicas em ordem, já que não há qualquer tipo de distração.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Como tem sido este ano para você?</strong></span></p>
<p><em>Posso dizer honestamente que tem sido um dos mais ocupados e melhores, tanto musicalmente quanto em termos de datas para tocar. Uma indicação ao Grammy no início de 2010 foi um ótimo começo para o ano e eu não parei desde então&#8230; Até o final do ano eu estarei muito focado em meu primeiro álbum autoral e continuarei com minha frenética agenda de gigs.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Seu último album, “Toolroom Knights 3.0”, sai agora. Qual é a ideia por trás da compilação?</strong></span></p>
<p><em>A compilação é uma verdadeira declaração de onde eu estou musicalmente agora. Eu quis seguir um formato similar ao que eu tinha feito no passado com as outras duas compilações e criei uma jornada musical em um CD duplo. Eu realmente acho que uma compilação deve contar uma história, com início, meio e fim – não apenas uma coleção de grandes hits. A compilação inclui muito dos meus próprios materiais (produções e remixes), na verdade há duas faixas exclusivas que eu fiz especificamente para este álbum (“Natural Instinct” e “Headers &amp; Volleys”), bem como a faixa que eu co-produzi com o Faithless, “Sun To Me” – não disponível para download em qualquer lugar. Descole sua cópia pelo iTunes:</em> <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://bit.ly/bl1b5F" target="_blank">http://bit.ly/bl1b5F</a></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>No que consiste, geralmente, a vida de Mark Knight em uma semana?</strong></span></p>
<p><em>Se eu não estou fora, em turnê, eu gosto de me dedicar o máximo possível em minha semana de trabalho, então eu consigo entrar no estúdio por volta das 09h30 da manhã e trabalhar até umas oito horas da noite (às vezes até mais tarde). Eu tenho que dividir meu tempo, desempenhando várias funções durante a semana, entre A&amp;R e as coisas referentes à Toolroom – eu gosto de ter uma abordagem bem ativa na direção musical do selo. Então é claro que há muita produção musical a avaliar e manter uma consistência de alta qualidade, que é a chave para estar no topo deste jogo. Eu ainda preciso criar tempo para preparar meus sets e tudo que vai com as gigs da semana, fazendo re-edits e buscando músicas novas, etc. Eu também tenho que separar um tempo toda semana pra fazer pesquisa e gravar meu programa de rádio Toolroom Knights. Tudo isso enquanto tento manter uma vida balanceada. Tenho aprendido ao longo dos anos que é realmente importante fazer todas as outras coisas além do trabalho. Estou realmente feliz por ter um excelente time comigo, para fazer tudo acontecer.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Como você descreveria seu estilo como DJ?</strong></span></p>
<p><em>Eu acho que, sem clichés musicais, eu gosto de fazer as pessoas entrarem numa viagem musical, começando com deep house e chegando até o techno. Quando possível, gosto de tocar de cinco a sete horas. Então, na Ministry of Sound (Londres), na Pacha (Nova York) e na Space (Miami – minha atual residência com as Toolroom Knights) eu tenho a chance de expressar minha própria musicalidade tocando quase à noite toda. Sets de duas horas são legais, mas eu acho que são limitados, já que não dá pra convencer alguém inteiramente sobre sua personalidade musical.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Como você descreveria seu estilo de produção?</strong></span></p>
<p><em>Eu tento fazer música que dialogue com meu DJ Set – que é a coisa mais difícil quando você é um produtor/DJ.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Que produção até hoje você considera seu melhor trabalho?</strong></span></p>
<p><em>Eu teria que dizer “Downpipe”. É o tipo de faixa que você pode tocar tanto e tanto e descobrir algo novo em cada uma das vezes. Não é uma track “da moda” – será um clássico, tocado por muito tempo. E também meu remix de “Sandcastles”, com Martijn ten Velden – outra grande faixa da qual me orgulho muito de ter feito.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Ficando sempre distante, como você consegue focar no estúdio?</strong></span></p>
<p><em>A melhor coisa sobre a produção musical nos dias de hoje é que você pode fazer em qualquer lugar, em qualquer hora, usando um laptop. Eu uso cada minuto disponível quando estou viajando para começar as faixas, e aí eu as termino no estúdio – ou continuo a trabalhar para desenvolvê-las. É tudo uma questão de aproveitar bem o seu tempo.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Toolroom Records é uma das mais bem sucedidas gravadoras do mundo da House Music. Como você conseguiu se tornar não apenas um dos maiores DJs do mundo, mas também criar um dos maiores selos?</strong></span></p>
<p><em>Trabalho pesado, um bom plano de negócios, criatividade, paixão e muita dedicação.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Quais os próximos lançamentos da Toolroom?</strong></span></p>
<p><em>Procure por um grande lançamento de minha autoria com Tiesto e, conforme citado acima, minha nova compilação “Toolroom Knights 3.0”, que sai agora e inclui a faixa “Sun To Me”, que fiz juntamente com o Faithless. Eu também comecei a trabalhar em meu primeiro álbum autoral, a ser lançado no próximo ano.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Cidade favorita para tocar…</strong></span></p>
<p><em>Difícil escolher uma &#8211; Miami, Sophia, Nova York, Ibiza, Chicago, Londres… Poderia continuar, a lista é grande…</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Álbum favorito fora da música eletrônica de 2010…</strong></span></p>
<p><em>Eu me tornei um verdadeiro fã do The Foals neste ano, e adoraria ter a oportunidade de trabalhar com eles.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>E finalmente, três itens essenciais que você carrega durante as turnês…</strong></span></p>
<p><em>Meu MacBook, para que eu possa trabalhar continuamente onde quer que eu esteja. Commes de Garçon, porque me faz cheirar bem. E twitter – a nova versão online do crack.</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">MAIS INFOS</span></strong>:</p>
<p>www.twitter.com/xxxperience<br />
www.twitter.com/djmarkknight<br />
www.facebook.com/mundo.de.sonhos<br />
www.mundoxxxperience.com.br<br />
www.myspace.com/djmarkknight</p>
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		<title>Entrevista com o Produtor DAN GESSULLI</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 10:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com o produtor paulistano Dan Gessulli, produtor do EP “Of Human Action” lançado pela Anima Records em junho de 2010. Foi destaque no Top 100 de Techno do site Beatport, ocupando a posição #94. O Produtor também participou do EP “Brazucas’s Team” com a track: Kaipiroska. Na entrevista o produtor nos conta um pouco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-11645 aligncenter" title="DAN GESSULLI" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2010/07/dan-gessulli.jpg" alt="DAN GESSULLI" width="270" height="320" /></p>
<p>Entrevista com o <strong>produtor</strong> paulistano <strong>Dan Gessulli</strong>, produtor do EP “<em>Of Human Actio</em>n” lançado pela <a title="Anima Records" href="http://www.eletromusica.com.br/conteudo/materias/anima-records-selo/" target="_blank"><strong>Anima Records</strong></a> em junho de 2010. Foi destaque no Top 100 de Techno do site Beatport, ocupando a posição #94. O Produtor também participou do EP “<em>Brazucas’s Team</em>” com a track: Kaipiroska. Na <strong>entrevista</strong> o produtor nos conta um pouco sobre sua história e suas novidades na cena.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>NOME, ONDE NASCEU E ONDE MORA ATUALMENTE?</strong></span></p>
<p><em>Olá obrigado pelo convite, meu nome é Dante Gessulli Neto, herdei o nome de meu avô como podem perceber e moro em São Paulo no mesmo lugar em que nasci.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>ATÉ SUA JUVENTUDE O QUE VOCÊ ESCUTAVA? (NÃO VALE MÚSICA ELETRÔNICA)</strong></span></p>
<p><em>Eu escutava muito rock gringo e brazuca, mas a música eletrônica sempre esteve presente, eu curtia dance music embora fosse rockeiro. rsrsrss</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>COMO A MÚSICA ELETRÔNICA APARECEU NA SUA VIDA? E QUANDO VOCÊ COMEÇOU A TRABALHAR NA CENA ELETRÔNICA?</strong></span></p>
<p><em>Sempre me envolvi com música desde pequeno, fazendo aulas de violão, guitarra, e depois de começar a frequentar as baladinhas da época, (resumo, krypton, kyron, etc…) foi natural querer me aprofundar no trabalho dos djs e produtores de música eletrônica. Eu era um “pesquisador” de música eletrônica, mas só em 2003 comecei a discotecar,  e a produzir profissionalmente em 2008.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>QUE MÚSICA/ARTISTA NÃO SAI DO SEU IPOD?</strong></span></p>
<p><em>Estou sempre trocando as músicas dependendo para onde vou se vou viajar ou se vou pedalar, mas sempre tem alguma coisa ou do Gaiser, Hobo, Sascha Braemer, ou Robert Babicz, Act. Sense e algumas coisas minhas também.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>QUAIS SÃO SUAS REFERÊNCIAS EM SUAS PRODUÇÕES? E EM SEUS SETS?</strong></span></p>
<p><em>Minhas referências são bem variadas, tanto nas produções como nos sets, tudo que eu ouço e gosto me serve de referência, desde trilhas de filmes e seriados (fringe/lost) Michel Giacchino, Chad Seiter, Chris Tilton, e vai até os artistas citados acima, Gaiser, Hobo, Sascha, Richie Hawtin. Se você reparar pode ouvir samples dessas trilhas em minhas músicas.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>QUAIS SÃO SEUS PROJETOS? E QUAIS ESTILOS E VERTENTES ELES SEGUEM?</strong></span></p>
<p><em>Tem o Cubo, meu primeiro projeto que passeava entre o electro house e tech house; Dan Gessulli, meu projeto solo de minimal e techno; e outro projeto novo chamado WuM junto com Thiago Duar, é um minimal experimental que mistura música eletrônica e orgânica, inclusive fechamos a estréia do Live na Mystic Tribe que acontece em setembro.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>VOCÊ TOCA OU “ARRANHA” ALGUM INSTRUMENTO MUSICAL?</strong></span></p>
<p><em>Eu toco violão e guitarra, na verdade hoje em dia mais arranho do que toco, mas na adolescência eu tocava guitarra em uma banda de rock, tocavá-mos cover de Iron Maden, Metallica, Pantera, Megadeth, etc…</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>ALÉM DA ANIMA RECORDS, COM QUAIS OUTROS SELOS VOCÊ TRABALHA?</strong></span></p>
<p><em>Além da Anima trabalho também com a Under Records, lançando tracks e apresentando o Joker Show toda quinta feira as 18hrs, programa de minimal, techno e house.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>QUAIS PROJETOS/ARTISTA SÃO SEUS PARCEIROS DE PRODUÇÃO?</strong></span></p>
<p><em>Ainda não lancei track em parceria com ninguém, já troquei alguns remix com o Glen, e tem alguns artistas remixando tracks minhas também. Já o Cubo e o WuM eu faço parceria com o Glauber e o Thiago Duar, respectivamente.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>QUE SOFTWARES E EQUIPAMENTOS VOCÊ UTILIZA EM SEU ESTUDIO? E EM SEU LIVE ACT?</strong></span></p>
<p><em>Meu setup é humilde né, para produzir uso um MacBook Black, Logic Pro. Focusrite Saffire Pro 24, Mackie Mr5 e uma penca de plugins. Já para tocar uso o MacBook, Focusrite Saffire, Oxygen 8 V2 e estou esperando meu Ipad chegar da gringa!!!! Não vejo a hora, rsrsrsrsrs.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>QUAIS APRESENTAÇÕES FORAM MARCANTES EM SUA CARREIRA?</strong></span></p>
<p><em>Foram 2 que ficaram na memória, toquei a uns 4 anos atrás em Barretos na festa do peão, foi muito engraçado e surpreendente é claro ver aquele monte de gente de chapéu e bota dançando música eletrônica, e a outra foi em Bauru na Just White, toquei antes do James Monro e a pista estava bombando, é sempre bom tocar em Bauru.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>QUAIS SÃO SEUS HOBBYS?</strong></span></p>
<p><em>Acho que meu hobby e meu trabalho são o mesmo viu!!! rsrsrsrs</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>QUAIS OS PRINCIPAIS NOMES DA CENA BRASILEIRA EM SUA OPINIÃO?</strong></span></p>
<p><em>Gui Boratto, Wehbba, Anderson Noise e Gabe.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>FAÇA UM TOP5 DAS MAIORES PRODUCOES MUNDIAIS.</strong></span></p>
<p><em>Tinha que ser um top 100 para responder essa heim, rsrsrs. Vou tentar com algo mais atual que já apareceu na minha cabeça, vai lá.</em></p>
<p>Gui Boratto – Mr. Decay (Original Mix)<br />
Steve Bug – Momwack (Original Mix)<br />
Jeff Samuel – Lost (Original Mix)<br />
Trentemoller – Moan (Trentemoller Vocal Remix)<br />
Gaiser – Descending Order (Original Mix)</p>
<p><strong>DAN GESSULLI &#8211; São Paulo / SP</strong><br />
www.dangessulli.com<br />
@dangessulli</p>
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		<title>Entrevista com Cosmonet</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 17:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Leonardo do projeto Cosmonet, vai se apresentar na XXXPERIENCE no palco Castelo dos Sonhos. Ele está no Japão numa turnê de um mês, e em entrevista nos contou sobre a viagem, novos projetos, etc. Confiram: Olá Leonardo, pelo jeito os japoneses são fãs de Cosmonet, como surgiram os convites para as turnês japonesas? Olá, primeiramente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Leonardo Puharic - Cosmonet" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/08/leonardo-puharic-cosmonet.jpg" alt="" width="500" height="216" /></p>
<p><strong>Leonardo</strong> do projeto <strong>Cosmonet</strong>, vai se apresentar na <em><strong>XXXPERIENCE</strong></em> no palco <em>Castelo dos Sonhos</em>. Ele está no Japão numa turnê de um mês, e em entrevista nos contou sobre a viagem, novos projetos, etc. Confiram:</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Olá Leonardo, pelo jeito os japoneses são fãs de Cosmonet, como surgiram os convites para as turnês japonesas?</strong></span></p>
<p><em>Olá, primeiramente gostaria de agradecer pelo convite para a entrevista e deixar um alô aos leitores. Respondendo a pergunta, o convite surgiu pela internet. O primeiro convite surgiu há 2 anos e desde então, mais e mais convites têm surgido. </em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Quanto tempo ficará no Japão desta vez? Quais eventos agendados? Em que cidades?</strong></span></p>
<p><em>Quatro semanas, são seis eventos. Quatro na região de Tóquio e dois em Nagoya.</em></p>
<p>* 17/10 Elec-Tribe – Shibuya<br />
* 23/10 Ototama &#8211; Saitama<br />
* 24/10 Psyconnection – Yokohama<br />
* 31/10 Rapture &#8211; Sounds – Ikebukuro<br />
* 06/11 Fineplay &amp; Hysteria &#8211; Nagoya<br />
* 07/11 Special After Party – Nagoya</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Qual é o segredo para conquistar os jovens japoneses nas pistas, cujo povo é totalmente diferente dos brasileiros, com raízes bastante fortes, caracterizada por muita disciplina e responsabilidade?</strong></span></p>
<p><em>Acredito que não exista uma fórmula, o que existe é um sentimento mútuo que move tudo. Uma troca que me permite sentir o que eles gostam e ao mesmo tempo faz com que eles sintam o que quero passar.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Além do Japão que país ainda almeja se apresentar e por quê?</strong></span></p>
<p><em>Acho que todos os países do mundo e se possível em outro planeta também. O porquê? Por que acredito que para qualquer artista, poder mostrar seu trabalho para novas pessoas, aprender com essa sensação e sentir que está fazendo a coisa certa, é o que realmente motiva e faz com que tudo aconteça.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Você tem produzido muitas tracks em parcerias com grandes artistas. Conte-nos sobre estas parcerias.</strong></span></p>
<p><em>Tudo tem acontecido de maneira bem natural e muito prazerosa, diga-se de passagem. No meu ponto de vista, toda e qualquer informação é útil, desde que você veja desta forma. A partir disso, acredito que todos têm algo para aprender com alguém, basta querer. A parceria com o Shanti gerou uma atmosfera nova, uma música conceito, mostrando novas tendências a serem seguidas, assim como com o Cyrus The Virus lançada no meu álbum digital e com o Paranormal Attack, produzida para o álbum físico que será lançado ainda este ano.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Quais suas maiores influências quando produz? Por que escolheu o full on?</strong></span></p>
<p><em>Sou influenciado por todos os tipos de vibração, tudo que gera um ruído! Desde uma pedra que rola no chão, um passarinho que canta, ou a música clássica. Ouço quase todos os estilos musicais, de Mozart a Bach, que eu gosto muito, a Bobby Mcferrin que é conhecido por criar ritmos e melodias sem o auxílio de qualquer instrumento a não ser seu próprio corpo. Sou fã declarado de James Brown, Funky é a minha vida!!! Eu não escolhi nada, a música me escolheu. Quando me dei conta, já fazia um tempo que estava compondo. Quanto ao estilo, posso dizer que produzo faixas de 75 a 150 bpms variando entre o lounge, ambient, prog house, break beat e o dub. O full on com certeza é o que eu mais me dedico, mas sempre usando e sendo influenciado pelo que aprendo criando e produzindo outros estilos, buscando inovações constantes para quem aprecia minha música.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O que a XXXPERIENCE representa para você e o que você espera da edição de aniversário de 13 anos? O que está preparando para o público?</strong></span></p>
<p><em>Como diz a música que fiz em homenagem ao evento, representa um sonho, não só para mim, mas sim para todos que fazem parte do cenário, um mundo de fantasias. Quem trabalha no bar, no estacionamento, quem toca, quem curte, quem organiza. Passa a ser uma realização de um sonho em comum, de que aquela data seja A MELHOR data até o momento, ou melhor dizendo, até a próxima XXXPERIENCE ehhehehehe.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O que esperar da maior festa do país?</strong></span></p>
<p><em>Que seja a maior e melhor festa do país! Em relação ao que estou preparando, prefiro não ficar aqui falando muito, mas partindo de que vai ser um live em parceria com o Audio-X, isso já torna tudo único e inédito, posso adiantar que será algo visto e sentido somente por quem estiver lá. Portanto, nos vemos dia 14 no palco principal da XXXPERIENCE EDIÇÃO ESPECIAL 13 ANOS.</em></p>
<p><em>Grato,<br />
Leonardo Puharic</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>AUDIO-X vs COSMONET LIVE</strong></span></p>
<p>Cosmonet tem várias produções lançadas em compilações internacionais – seis delas transitaram pelo Beatport entre 3º e 10º lugar. Leonardo Puharic está no tracklist da recente compilação dupla de Christopher Lawrence – “<em>Unfold</em>”. Ele se juntará à dupla Audio-X para uma apresentação inédita na XXXPERIENCE. Após o lançamento do álbum “<em>No One Can Stop Us Now</em>”, Thiago Peduti e Gabriel Rocca já levaram seus beats psicodélicos a países como Dinamarca, Portugal e Inglaterra.</p>
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		<title>Entrevista Com The Prodigy &#8211; Jornal da Globo</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 11:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista Com The Prodigy &#8211; Jornal da Globo: É para assustar e dançar. Tranquilidade, só longe dos fãs. Mesmo assim, frente à câmera o personagem reaparece. As atitudes estão também tatuadas no corpo. Podiam até ser astros do rock, mas preferiram experimentar outros sons. Nos anos 90, Prodigy começou como tendência e vendeu 16 milhões [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entrevista Com The Prodigy &#8211; Jornal da Globo</strong>:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9762" title="entrevista-the-prodigy-jornal-da-globo" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/10/entrevista-the-prodigy-jornal-da-globo.jpg" alt="entrevista-the-prodigy-jornal-da-globo" width="500" height="269" /></p>
<p><object width="480" height="392"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1147067&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1147067&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object></p>
<p>É para assustar e dançar. Tranquilidade, só longe dos fãs. Mesmo assim, frente à câmera o personagem reaparece.</p>
<p>As atitudes estão também tatuadas no corpo. Podiam até ser astros do rock, mas preferiram experimentar outros sons. Nos anos 90, Prodigy começou como tendência e vendeu 16 milhões de discos.</p>
<p>Música eletrônica com a rebeldia herdada do Punk. &#034;<em>Em todo lugar do mundo as pessoas querem se libertar, se soltar. Nossa música fala para todo mundo</em>&#034;, afirma Liam Howlett.</p>
<p><strong>Liam Howlett</strong> é o cérebro da banda, compõe e programa a maioria das faixas. <strong>Keith Flint</strong> e <strong>Maxim Reality</strong> formam o corpo frenético do <strong>Prodigy</strong>. Têm a missão de incitar os fãs.</p>
<p>&#034;<em>Eles vem de todos os cantos do planeta</em>&#034;, diz Keith Flint. O grupo esteve no Brasil outras vezes. A última em 2006. Experientes, já sabem o que esperar dos brasileiros. &#034;<em>Nas baladas aqui todo mundo fica de pé, todo mundo se mexe. Não podemos esperar para tocar, será maravilhoso</em>&#034;.</p>
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		<title>Entrevista com D-Ramirez</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 18:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Leon, em seu myspace vimos que está seguindo a turnê da MIXMAG. A edição especial da XXXPERIENCE está com uma parceria com a revista no palco Portal das Luzes. A revista acaba de ser lançada aqui no Brasil. Em sua opinião o que esta revista representa em seu país e no mundo, e qual [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9698" title="D-Ramirez" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/10/dj-d-ramirez.jpg" alt="D-Ramirez" width="350" height="224" /></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Olá Leon, em seu myspace vimos que está seguindo a turnê da MIXMAG. A edição especial da XXXPERIENCE está com uma parceria com a revista no palco Portal das Luzes. A revista acaba de ser lançada aqui no Brasil. Em sua opinião o que esta revista representa em seu país e no mundo, e qual o segredo para se lançar uma nova revista num país e adquirir o sucesso?</strong></span></p>
<p><em>A Mixmag é uma das mais antigas publicações de música eletrônica na Inglaterra e é muito importante por aqui, não só aqui, mas no mundo todo. Muitos se baseiam na Inglaterra para saber o que está rolando na dance music e a Mixmag é um dos maiores referenciais. Ser parte da turnê da revista é uma honra para mim e estou muito orgulhoso de ser um dos residentes da tour, é fato que muitos ao redor do mundo lêem a revista e eles vêem que D-Ramirez é um dos DJs promovidos por ela numa escala mundial. Lançar a Mixmag no Brasil é a prova de que o país tem um grande potencial na cena eletrônica.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Você tocou no Brasil a primeira vez no Skol Beats, como foi? Alguma recordação em especial?</strong></span></p>
<p><em>O Skol Beats foi incrível e foi minha primeira experiência no caloroso e enérgico Brasil. Havia 20000 pessoas e foi um grande início em terras brasileiras para mim.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A XXXPERIENCE está neutralizando o carbono de toda turnê 2009 e para a edição especial todo material impresso está sendo produzido com papel reciclável e há ainda uma parceria com o instituto Rede em Ação para coletar alimentos não perecíveis. Você já se apresentou em algum evento por uma causa social? Sem cachê? Você colabora de alguma forma para algum projeto social?</strong></span></p>
<p><em>Tenho participado de alguns eventos de caridade na Inglaterra dando apoio a várias causas e também sou parte de uma equipe de apoio ao tratamento da AIDS na África, é sempre bom ajudar quando podemos.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Existe algum projeto social no mercado de entretenimento em seu país que você acha válido citar?</strong></span></p>
<p><em>Existe um projeto na Inglaterra sobre os riscos dos altos volumes de som nos clubs e os prejuízos para a saúde. O projeto promove o uso dos protetores nos ouvidos e eu dou apoio a este projeto também.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Você é o rei dos hits, você conquistou 20 top hits que foram tocados no mundo todo. Qual a sensação de ter suas produções tocadas pelo mundo?</strong></span></p>
<p><em>É pelo fato de minhas músicas terem sido tocadas no mundo todo que pude tocar em países incríveis como o Brasil, e por isso me sinto muito orgulhoso.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O verão na Europa e EUA é famoso pelas festas de música eletrônica, onde tocou que mais gostou?</strong></span></p>
<p><em>Passei um mês em Los Angeles e de lá fiz uma tour pelos EUA, toquei em clubs como Giant @ Vanguard em LA, The Crobar em Chicago, This is London em Toronto – também vim para o Brasil tocar na Tribaltech em Curitiba a qual foi emocionante! Meu club favorito é o Sankeys em Manchester &#8211; UK, é um club underground com uma galera bem bacana.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Atualmente o que anda tocando mais? House, Electro ou Techno? E suas influências?</strong></span></p>
<p><em>Não toco mais electro, apesar de ser influenciado pelos sons techno, também venho sendo influenciado por um house mais pra cima. Vejam no meu myspace o single com Matt Tolfrey chamado “Bounce To Me”.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Quais as novidades de D-Ramirez para a XXXPERIENCE?</strong></span></p>
<p><em>Estou muito ansioso com minha viagem para o Brasil em novembro, não posso esperar para ver meus amigos e me apresentar na XXXPERIENCE.</em></p>
<p>========</p>
<p>Ramirez já emplacou mais de 20 hits, que alcançaram diversos países. Produtor de electro-house, foi premiado em 2007 como “<strong><em>Melhor Remix</em></strong>” e “<em><strong>Melhor Produtor</strong></em>” pela DJ MAG e no ano anterior como “<em><strong>DJ do Ano</strong></em>” pela iDJ. No Brasil ficou conhecido em 2007 no Skol Beats, balançando a pista com seus remixes para Roger Sanchez (&#034;<em>Lost</em>&#034;), Plump DJs (&#034;<em>Electric Disco</em>&#034;) e Bodyrox (&#034;<em>Yeah Yeah</em>&#034;). Nos últimos meses lançou singles em parceria com Underworld, Matt Tolfrey, Mark Knight e Robert Owens.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Experimente antes da festa</strong></span>:</p>
<p><strong>MYSPACE</strong>: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.myspace.com/dramirezmusic" target="_blank">www.myspace.com/dramirezmusic</a><br />
<strong>HORÁRIO DE APRESENTAÇÃO</strong>: 08h00</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>VÍDEOS</strong></span>:</p>
<p><strong>D Ramirez @ SPIN San Diego, 2_13_2009 (2D of the 3D TOUR)</strong></p>
<p><object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XZ2PKiPpCBc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XZ2PKiPpCBc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
<p><strong>D. Ramirez &#8211; Azuli &#039;Headliners&#039; Tour UK 2008</strong></p>
<p><object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_E5435Xwe9k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_E5435Xwe9k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
<p><strong>D. Ramirez &#8211; Brazil April 2008</strong></p>
<p><object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cC2dX-B5wUA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/cC2dX-B5wUA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>Entrevista com Ellen Allien &#8211; A Rainha do Techno!</title>
		<link>http://www.eletromusica.com.br/conteudo/entrevistas/entrevista-com-ellen-allien-a-rainha-do-techno/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 19:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a entrevista fresquinha com a RAINHA DO TECHNO, alemã, ELLEN ALLIEN, certamente uma das atrações mais aguardadas da XXXPERIENCE 13 ANOS. Olá Ellen, não sei se sabe, a XXXPERIENCE está neutralizando o carbono de toda turnê 2009 e para a edição especial todo material impresso está sendo produzido com papel reciclável e há ainda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9542" title="Ellen Allien" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ellen-allien.jpg" alt="Ellen Allien" width="275" height="354" /></p>
<p>Confira a entrevista fresquinha com a <strong>RAINHA DO TECHNO</strong>, alemã, <strong>ELLEN ALLIEN</strong>, certamente uma das atrações mais aguardadas da <strong>XXXPERIENCE 13 ANOS</strong>.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;"><em>Olá Ellen, não sei se sabe, a XXXPERIENCE está neutralizando o carbono de toda turnê 2009 e para a edição especial todo material impresso está sendo produzido com papel reciclável e há ainda uma parceria com o instituto Rede em Ação para coletar alimentos não perecíveis. Você já se apresentou em algum evento por uma causa social? Sem cachê? Você colabora de alguma forma para algum projeto social?</em></span></strong></p>
<p>Meu projeto social é meu selo musical.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Quais suas expectativas quanto a sua linha de roupas “Ellen Allien Fashion”?</strong></span></em></p>
<p>“<em>Ellen Allien Fashion</em>” é o meu hobby, não é minha principal ocupação, a qual obviamente é a música. Eu visto as roupas que eu mesma desenho, elas têm exatamente o estilo que gosto de vestir. Se eu puder dividir este estilo com outras pessoas ficarei feliz. No entanto, o propósito da marca “<em>Ellen Allien Fashion</em>” não é estar nos maiores canais de distribuição, e sim estar nos canais certos, onde pessoas que realmente apreciam meu estilo possam encontrar minhas peças. As linhas de roupa que eu lanço são também limitadas.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Você pretende, no futuro, fazer desfiles de sua marca em grandes eventos como Nova York Fashion Week e também ter suas lojas próprias?</strong></span></em></p>
<p>Não, não pretendo não. Como acabei de dizer, “<em>Ellen Allien Fashion</em>“ é o meu hobby e quero que continue assim. Quero continuar com as edições limitadas que tenho até agora.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;"><em>E sobre o próximo álbum, você já tem 4 CDs, quando lançará o próximo?</em></span></strong></p>
<p>Atualmente estou trabalhando muito em cima deste projeto, estou alinhando o conceito do álbum, e devo começar a gravar os primeiros instrumentos e escrever as composições em poucos dias. Estou ansiosa por isso. Estou trabalhando muito também para meu selo  BPitch Control, pois estamos assinando com outros artistas e tenho que escutar muitas músicas para selecionar os produtores.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Algum projeto em andamento?</strong></span></em></p>
<p>Existem alguns bons projetos em curso: o novo remix de Ellen Allien para Uffie/Feadz  “<em>Pop the Clock</em>” (Edbanger records) que sai em breve. No fim do ano um novo (DJ mix) de um dos meus clubs favoritos de Berlim, o “<em>Watergate</em>”, em breve também. Além do CD mix “<em>Best of BPitch Control</em>” por Ellen Allien que sairá pela gravadora Beams (Japão). Também farei um novo remix da track “<em>Moderat</em>”.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Como seu selo Bpitch Control enfrenta a era digital?</strong></em></span></p>
<p>Eu sou fã da música digital. Agradeço a era digital, pois os custos de produção enxugaram.  Menos trash music tem sido produzidas, e isto obviamente é muito bom.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Quais artistas você tem trabalhado em parceria?</em></strong></span></p>
<p>No momento não estou com nenhuma parceria.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Atualmente, quais instrumentos você utiliza em suas performances?</strong></span></em></p>
<p>O CD Player e mesa de efeitos.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Você já foi produtora de eventos, hoje em dia você participa da produção de eventos?</strong></em></span></p>
<p>Neste ano completamos 10 anos de  BPitch Control, estamos organizando muitas Label Parties (<em>festas da gravadora</em>): em agosto no Berghain club, uma festa do Sónar Festival no Nitsa club e no Sasula Festival aqui mesmo em Berlim.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><em><strong>Quais os estilos de e-music dos europeus?</strong></em></span></p>
<p>Os europeus são amantes do <a title="Techno" href="http://www.eletromusica.com.br/category/eletro-wiki/estilos-musicais/techno/" target="_blank"><strong>techno</strong></a>. Em alguns países as pessoas tendem para o minimal, outros gostam das percussões e vocais, todo país tem suas peculiaridades e diferenças. E na Alemanha as pessoas gostam de se divertir muito, e dançar durante horas.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><em><strong>E sobre a cena brasileira, que artistas você conhece por aqui?</strong></em></span></p>
<p>Eu amo a música brasileira clássica como: João Gilberto, Antônio Carlos Jobim e Gilberto Gil.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Será sua primeira vez na XXXPERIENCE, o que está preparando para o festival?</em></strong></span></p>
<p>Já toquei em alguns eventos no Brasil. Para um festival é sempre bom fazer uma boa mistura de estilos.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong><br />
ELLEN ALLIEN</strong></span></p>
<p>A berlinense <strong>Ellen Allien</strong> teve seus primeiros contatos com a música eletrônica em Londres em 1988. Trabalhou como apresentadora de rádio, produtora, gerente de eventos, até fundar seu próprio selo BPitch Control, há mais de 10 anos. Já lançou 4 álbuns e rodou o mundo, foi residente do Tresor em Berlim e já trabalhou com muita gente famosa como Miss Kittin e DJ Hell. Além de seu selo, Ellen possui a grife “<em>Ellen Allien Fashion</em>” e atualmente é uma das figuras mais importantes da música eletrônica.</p>
<p><strong>MYSPACE</strong>: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.myspace.com/ellenallien" target="_blank">www.myspace.com/ellenallien</a></p>
<p><strong>HORÁRIO DE APRESENTAÇÃO</strong>: 05h30</p>
<p><strong>VÍDEOS</strong>:</p>
<p><strong>Ellen Allien Fashion</strong><br />
<object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2t4rZJo2rMA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2t4rZJo2rMA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
<p><strong>Ellen Allien DJ-Set at FUSE, Brussels (12/08)</strong><br />
<object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/S6LEuoJZZmY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/S6LEuoJZZmY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
<p><strong>Ellen Allien DJ-Set Rex, Paris (12/08)</strong><br />
<object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NPwya_huCcc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NPwya_huCcc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
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		<title>Entrevista com os DJs Rica Amaral e Feio</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 15:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Dupla que Comemora os 13 Anos de seu Filho Primogênito “XXXPERIENCE”, Fala Sobre a Edição Especial da Festa. Entrevista com os DJs Rica Amaral e Feio Olá DJs, para começar num clima mais descontraído, vamos falar de seus filhos, a Malu, o Lou Jai e a XXXPERIENCE. A festa já tem quase 13 anos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>A Dupla que Comemora os 13 Anos de seu Filho Primogênito “XXXPERIENCE”, Fala Sobre a Edição Especial da Festa.</em></p>
<p><strong>Entrevista com os DJs Rica Amaral e Feio</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9381" title="DJs Rica Amaral e Feio" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/09/djs-rica-amaral-e-feio.jpg" alt="DJs Rica Amaral e Feio" width="250" height="343" /><br />
<span style="color: #ff6600;"><strong><br />
<em>Olá DJs, para começar num clima mais descontraído, vamos falar de seus filhos, a Malu, o Lou Jai e a XXXPERIENCE. A festa já tem quase 13 anos e as crianças nasceram quase juntas em 2005. O que dá mais trabalho, o filho de 4 anos ou o de 13?</em></strong></span></p>
<p>Temos como princípio básico de educação a honestidade e o respeito. Transmitimos isso sempre aos nossos filhos. A Malu e Lou Jai por estarem com 4 anos, não dão muito trabalho, estão na fase de descobertas e querem fazer tudo sozinhos, já não usam mais fraldas, se alimentam sozinhos, brincam sozinhos&#8230; Já a XXXPERIENCE dá mais trabalho, pois está na adolescência, é a fase de maturidade e de fixação de valores que o evento possui desde suas raízes.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Este ano WOODSTOCK comemorou 40 anos e os noticiários disseram que os festivais de música vivem um novo “boom”. Esse auge todo significa que vocês podem se sentir seguros quanto ao sucesso de suas festas?</strong></span></em></p>
<p>No início das festas, quando fazíamos a XXXPERIENCE sozinhos, sempre enfatizávamos o respeito ao nosso público. Antes das festas, íamos à Rua 25 de Março comprar brindes para presentear as pessoas, no Ceasa comprar frutas, comprávamos suco de laranja, iogurte, entre outras iguarias que dávamos de mão em mão para o nosso público na festa pela manhã. A XXXPERIENCE não seria nada se não tivéssemos esse público, e em respeito a eles é que pensávamos: “<em>vamos comprar umas frutas para que eles se sintam bem, como se estivessem em suas casas</em>”. Sempre tentamos passar isso ao público, somos do tempo que o “fio do bigode” falava bem mais alto do que qualquer outra coisa. Portanto, por tudo isso que mostramos nesses anos todos, é que eu sei que as pessoas acreditam na nossa festa, e que ela será sempre um sucesso, pois estamos sempre pensando neles em primeiro plano.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Quais as principais diferenças entre os públicos da XXXPERIENCE de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Paraná?</strong></span></em></p>
<p>Começando com a Bahia, essa festa particularmente traz praticamente gente de todo o país, inclusive baianos que provam que só de carnaval e axé o baiano não vive! Eles também precisam um pouco de <a title="Música Eletrônica" href="http://www.eletromusica.com.br" target="_blank"><strong>e-music</strong></a> e a XXXPERIENCE está lá para isso. No Paraná eles são mais exigentes quanto às atrações, independentemente de estarem na mídia ou não. Já no Rio de Janeiro, o povo é festivo por natureza, praiano, e estão lá para curtir, eles acreditam em nosso bom gosto musical na formação do line-up. Minas Gerais também é exigente, pois são acostumados com os festivais realizados por lá durante o ano, além de vários clubs com <a title="DJs" href="http://www.eletromusica.com.br/category/conteudo/djs/" target="_blank"><strong>DJs</strong></a> que vão do comercial ao underground, é um povo muito fashion pela própria essência e sabem o que querem. Finalizando por São Paulo, aqui é a nossa Nova York brasileira, temos de tudo um pouco, daí o fato de a edição especial ser aqui, pois além dos paulistas, todos os outros estados brasileiros mandam seus representantes, até porque muitos deles têm seus familiares por aqui e aproveitam a festa para as tradicionais visitas familiares ou para encontrar amigos de outras cidades. Mas no geral todas as cidades apresentam um público de grande vibe e sempre somos super bem recebidos por todos, sem distinção alguma entre esses estados.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Que atrações da edição especial que vocês estão doidos para assistir?</strong></span></em></p>
<p>Nós dois indicamos DICK TREVOR [DICKSTER] um mago da psychedelic music, inclusive pelo tempo que ele atua na <a title="Música Eletrônica" href="http://www.eletromusica.com.br" target="_blank"><strong>música eletrônica</strong></a> – seu primeiro projeto psy mais conhecido do público foi o GREEN NUNS OF THE REVOLUTION. Depois tem o grande AZAX SYNDROM, que todo mundo diz que é dark, mas vale a pena conferir, pois é um som único e não tão dark assim. Por fim o LOUD, que vem pela 1ª vez ao Brasil e que também possui um som único e inigualável, suas músicas viajam por todas as tendências da e-music e com um mix de extremo bom gosto.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Em termos de estrutura, qual patamar vocês almejam chegar? O que vocês sonham ter em seus eventos num futuro próximo?</strong></span></em></p>
<p>Para o futuro, a grande tendência será continuarmos nesse mesmo estilo, com apenas duas ou três festas fora de São Paulo e a edição especial mostrando como é um festival de música eletrônica, com vários gêneros musicais, em várias tendas, deixando aquela imagem de “<em>rave</em>” no passado, nunca esquecida, pois foi a nossa base, mas um pouco mais com cara de festival de música eletrônica.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Citem alguns nomes importantes que fizeram parte do crescimento da marca XXXPERIENCE nestes 13 anos.</strong></span></em></p>
<p>Primeiramente o público sem dúvida nenhuma, pois sem eles nada disso estaria acontecendo. Quanto aos artistas, acho que sem dúvida, dos internacionais, o SKAZI, seguido do ESKIMO, eles realmente agregaram muito ao já conceituado nome da festa, foi realmente uma troca, pois nós acreditamos neles e eles em nós. Entre os brasileiros, acreditamos que nossa imagem no exterior, onde já participamos de muitas gigs, contribuiu para expandir a marca internacionalmente.  Logicamente não podemos omitir a No Limits que produziu todas as XXXPERIENCEs nesses anos, e dos nossos parceiros em cada estado, peças fundamentais para o crescimento da festa.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>De festa open air a festival. Como vocês, que ainda respiram tão fortemente o trance, encaram esta evolução, que trouxe outros gêneros até então inimagináveis numa XXX? Essa política será aplicada em toda a turnê 2010?</strong></span></em></p>
<p>Essa implantação desses sons (referida como “<em>evolução</em>”) nada mais é do que músicas da cena eletrônica que já existem há anos. E para o público mais jovem, essa música é considerada “<em>nova</em>”. Para nós, que vivemos e respiramos isso há mais de 13 anos, já vimos esse “<em>up and down</em>” anteriormente, mas o público novo, que não pôde acompanhar a evolução da XXXPERIENCE nesses anos todos, não sabe que a nossa primeira festa era igualmente (a proposta, não a grandeza) a essa atual. Engana-se quem acha que a XXXPERIENCE sempre foi psytrance. Ao contrário, éramos muito democráticos nesse sentido. Muitos DJs participaram com a gente dessa batalha e evolução desde o começo, para chegar onde ainda estamos tentando chegar hoje em dia, como: Mau Mau, Marky (antes Marky Mark), Pil Marques, Anderson Noise, Camilo Rocha, Angelo Leuzi, André Pulse, Dimitri (Avonts), Renato Lopes, Alex S e mais uma lista de nomes enorme, que não caberia aqui. Mas acredito sim que, para 2010, essa mescla vai continuar, pois desde a primeira XXXPERIENCE em 1996 já havia esse formato.</p>
<p><em><span style="color: #ff6600;"><strong>Para os fãs, o que vocês gostariam de dizer sobre a festa de novembro?</strong></span></em></p>
<p>Divirtam-se respeitando os outros e a si mesmos, pois a gente nunca sabe o dia de amanhã. RESPECT!</p>
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		<title>Entrevista com Absolum</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 15:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O público do Brasil já te conhece bem. Mas para quem ainda não conhece, quem está por trás das produções do Absolum e o que guia o conceito musical do projeto? Christof Drouillet: Prazer.. sou Christof Drouillet. Nasci em Paris e agora moro em Ibiza desde 2004. Comecei na música eletrônica com o techno, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9375" title="Entrevista com Absolum" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/09/absolum.jpg" alt="Entrevista com Absolum" width="250" height="358" /></p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>O público do Brasil já te conhece bem. Mas para quem ainda não conhece, quem está por trás das produções do Absolum e o que guia o conceito musical do projeto?</strong></span></em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Christof Drouillet</strong></span>: Prazer.. sou <em>Christof Drouillet</em>. Nasci em Paris e agora moro em Ibiza desde 2004. Comecei na <a title="Música Eletrônica" href="http://www.eletromusica.com.br" target="_blank"><strong>música eletrônica</strong></a> com o <a title="Techno" href="http://www.eletromusica.com.br/category/eletro-wiki/estilos-musicais/techno/" target="_blank"><strong>techno</strong></a>, o que quer dizer que no início dos anos 90 já fazia minhas viradas com o Vinil. Provavelmente é daí que vem minha agressividade musical. Sempre gostei de tecnologia e hoje em dia ela oferece um universo infinito de criação. Por isso que o estilo da <strong>3D Vision</strong> é chamadp de Night Hi Tech&#8230; Sou uma pessoa muito quieta e tranqüila, mas minha energia é muito intensa quando estou tocando minha música.</p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>A 3D Vision, label que você criou, é uma das referencias no estilo full on night. Quando surgiu o label e como atingiu esse destaque no meio psychedelic?</strong></span></em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Christof Drouillet</strong></span>: A <strong>3D Vision</strong> foi criada em 1998 quando Cedric Talamasca, Mael aka Nomad e eu nos tornamos muito amigos e tivemos a idéia de criar uma label. Bom a julgar pelas cabeças a frente do projeto, já se podia esperar uma música bem abrangente, mas com uma meta: “<em>Power &amp; Dance</em>” . Nossa música é  para dança. Quando me mudei para Ibiza, nossas direções musicais mudaram e eu mantive a 3D Vision ainda lançando música séria, mas nem tanto voltada para o dark. Posso tocar pesado, sério, mas não gosto de chamar de dark. Sou uma pessoa feliz e positiva no geral e minha música é o reflexo disso&#8230;pra mim o melhor horário para se tocar é entre a noite e o dia.</p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>Você já tocou em alguma Earthdance? O que espera ver em SP?</strong></span></em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Christof Drouillet</strong></span>: Nunca tive a oportunidade até vocês me convidarem. Então muito obrigado. <em>O que esperar?</em> Ver pessoas dançando e sorrindo…</p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>O que mudou no trance psicodélico nos últimos anos e como Absolum evoluiu dentro do estilo?</strong></span></em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Christof Drouillet</strong></span>: Trance explodiu em muitos estilos diferentes que ficou difícil dizer. Mas, para o que resta do Psychedelic é a preocupação real. Eu vivo em Ibiza, e todos vocês sabem que lá a principal vertente da música é o <strong>Techno</strong>. O Techno evoluiu tanto, que hoje é muito mais psicodélico do que a maioria das produções de trance que ouço&#8230; Esta é para mim a grande mudança em todos esses anos.</p>
<p><em><strong><span style="color: #ff0000;">Você participa de outros projetos atualmente? Quais? Qual a diferença entre eles?</span></strong></em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Christof Drouillet</strong></span>: Estou envolvido em um selo chamado IBZ Recordings que é, como você pode adivinhar, uma “<em>techno poll</em>” de produtores baseados principalmente em Ibiza. Temos 3 releases lançados. O último foi o EP Sintetic Wall, que é atualmente do Dado Deedrah / Chrome Angels, com 2 remixes. Um de Dimitri Nakov, Marcello Vor &amp; Daniel Marques, outro de Riktam &amp; Bansi. Temos bons feedbacks do mundo techno, o que é um bom sinal. E também para mim, assim como para a maioria das pessoas envolvidas neste selo (Frank E, Koxbox, Dado, Dimitri Nakov, só para citar alguns &#8230;), é uma espécie de volta as raízes. Então eu estou tocando sets de techno agora.</p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>Você tem viajo pelo mundo nos últimos anos, Qual páis você mais gostou? E porque você escolheu Ibiza para montar seu estúdio?</strong></span></em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Christof Drouillet</strong></span>: Eu deveria responder quais os países que mais aprecio, uma vez que todos têm algo atraente de formas diferentes. Eu não estou só lembrando das festas durante minha viagem, mas as pessoas que conheci, os lugares que visitei, os cheiros e a comida &#8230;. Mas se eu tiver que nomear dois, eles seriam Japão e, claro, Brasil .</p>
<p><em><strong><span style="color: #ff0000;">Como está a cena na Europa atualmente? Como foi este verão e qual foi melhor gig da temporada?</span></strong></em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Christof Drouillet</strong></span>: A cena de festas na Europa está muito quieta. Com exceção do Boom Festival e do Ozora, que continuam crescendo, o resto não está muito bom. Algumas cenas desapareceram completamente, como Grécia por exemplo, ou França&#8230; Mesmo que lá ainda existam algumas pessas tentando manter a história viva. Em contra ponto eu continuo positivo em relação à cena, desde que alguns locais continuem “<em>rocking</em>”. Mas falando de maneira geral, a cena não está indo muito bem&#8230; Eu vou mencionar especialmente as boas vibrações da Costa Rica, o retorno do México e claro, Ozora.</p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>Deixe uma mensagem para o público brasileiro que estará te esperando na Earthdance.</strong></span></em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Christof Drouillet</strong></span>: Tenha algumas visões indo 3D&#8230;</p>
<p><strong>Créditos</strong>: Earthdance SP<strong></strong></p>
<p><strong>Mais infos</strong>:<br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.myspace.com/christofabsolum" target="_blank">www.myspace.com/christofabsolum</a><br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.myspace.com/ibzrecordings " target="_blank">www.myspace.com/ibzrecordings </a><br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.earthdance.com.br" target="_blank">www.earthdance.com.br</a></p>
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		<title>Entrevista com Under Construction</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 19:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Confirmado para XXXPERIENCE Costa do Sauípe, onde o artista se apresentará na festa Pool Party, o Under Construction concedeu alguns minutos de seu corrido dia para falar com a gente. De agenda cheia, vários projetos e um futuro muito promissor pela frente, ele se prepara para visitar pela primeira vez o paraíso baiano. 1 &#8211; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8259" title="Underr Construction" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/06/underrconstruction.jpg" alt="Underr Construction" width="400" height="264" /></p>
<p>Confirmado para <strong>XXXPERIENCE Costa do Sauípe</strong>, onde o artista se apresentará na festa Pool Party, o <strong>Under Construction</strong> concedeu alguns minutos de seu corrido dia para falar com a gente. De agenda cheia, vários projetos e um futuro muito promissor pela frente, ele se prepara para visitar pela primeira vez o paraíso baiano.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>1 &#8211; Olá Xangaii, tudo bem? Pra começarmos o papo, como tem sido a separação do tempo de trabalho para administrar a banda Paranormal Attack e o seu projeto solo Under Construction?</strong></span></p>
<p>Olá! Na verdade isso é uma coisa que está sendo fácil, porque faço as coisas conforme o meu estado de espírito. Há dias em que estou mais virado para o Paranormal e outros para o Under Construction. Faço música por gosto, então não me custa nada.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>2 &#8211; Quais as novidades do projeto Under Construction? O que tem produzido, quais serão os próximos lançamentos e por onde tem tocado?</strong></span></p>
<p>Acho que o projeto em si já é uma novidade, tenho várias músicas novas. O remix da banda &#034;The Gossip&#034; e a original “Midnight Run” são as minhas últimas produções.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>3 &#8211; A liberdade de criação seria o grande diferencial de seu projeto solo? Pois imagino que, quando há mais pessoas envolvidas no processo, cria-se uma necessidade de sintonizar as idéias, o que pode, eventualmente, travar a sua idéia em particular&#8230; Isso acontece muito com o Paranormal Attack?</strong></span></p>
<p>Não, porque no Paranormal Attack sou eu mesmo quem faz a criação e a produção também. Somos uma banda em palco, mas no estúdio sou eu quem trabalha. A única diferença é que o Paranormal já tem um certo conceito que tenho que seguir. No Under Construction as coisas são mais livres.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>4 &#8211; Musicalmente, quais as principais inspirações do Under Construction? Que bandas/artistas você sonha trabalhar junto?</strong></span></p>
<p>Justice, Goose, Sebastian e Soulwax, dentre outros. É uma vertente bem européia.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>5 &#8211; Quando teremos o debut álbum do Under Construction?</strong></span></p>
<p>Essa é uma pergunta difícil, as coisas estão muito novas ainda. Vamos ver o que vai acontecer.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">6 &#8211; Como Under Construction, você é uma das principais atrações da XXXPERIENCE COSTA DO SAUÍPE. Quais as expectativas? Você já conhece o complexo?</span></strong></p>
<p>Na verdade estou bem curioso com o evento. Pelos comentários da ultima edição espero que seja uma grande festa. Já vi algumas fotos do lugar e acho que dispensa comentários. Não tinha a noção de que eu seria uma das principais atrações da festa, foi uma grande notícia. Como já disse anteriormente, as coisas são bastante recentes. Só espero que todos gostem e se divirtam.</p>
<p><strong>MAIS</strong>:</p>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.xxxperience.com.br" target="_blank">www.xxxperience.com.br</a><br />
<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.myspace.com/djunderconstruction" target="_blank">www.myspace.com/djunderconstruction</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista com Psysex!</title>
		<link>http://www.eletromusica.com.br/conteudo/entrevistas/entrevista-com-psysex/</link>
		<comments>http://www.eletromusica.com.br/conteudo/entrevistas/entrevista-com-psysex/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 15:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Psysex era inicialmente formado por Udi Sternberg (DJ Goblin) e Yoni Oshrat, mas em 2006 passou a ser comandado apenas por Udi. Na época o projeto já possuía 3 álbuns e era bastante aclamado e estabelecido como um dos maiores nomes na cena mundial. Em 2008 Goblin lançou o 4° álbum do projeto, chamado “Healing”, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8203" title="Udi Sternberg" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/06/udi-sternberg.jpg" alt="Udi Sternberg" width="218" height="181" /></p>
<p><strong>Psysex</strong> era inicialmente formado por <strong>Udi Sternberg</strong> (DJ Goblin) e <strong>Yoni Oshrat</strong>, mas em 2006 passou a ser comandado apenas por <strong>Udi</strong>. Na época o projeto já possuía 3 álbuns e era bastante aclamado e estabelecido como um dos maiores nomes na cena mundial. Em 2008 Goblin lançou o 4° álbum do projeto, chamado “<em>Healing</em>”, um álbum que foi rapidamente reconhecido pelo público e pela crítica. Com um som bastante flexível, cuja base é o full on, o CD tem influências de diversas outras vertentes como o techno, progressive ou goa trance, um som empolgante que flui de forma natural nas pistas. A última apresentação de Psysex na Tribe foi em abril de 2007, e agora, após pouco mais de 2 anos, Udi volta à festa para apresentar seu elogiado live baseado em seu último álbum.</p>
<p><strong>Confira a Entrevista com Psysex!</strong><br />
<span style="color: #ff6600;"><br />
<strong>1. Olá Udi, até 2006 você tinha um parceiro no projeto PSYSEX, agora você está sozinho, por que se separaram? Quais os pontos positivos e negativos de se produzir sozinho?</strong></span></p>
<p>Eu e Yoni (ex-Psysex, do atual projeto Ace Ventura) somos bons amigos! Guardaremos para sempre as músicas que fizemos em parceria. Depois de trabalhar juntos por tanto tempo, decidimos construir nossos próprios projetos cada um com seu estilo. O lado negativo de se produzir sozinho é que ficamos com menos referências, tudo é reflexo de nós mesmos, e isso é o que nos leva ao lado bom da coisa, pois é mais fácil nos concentrarmos e todas decisões sobre o caminho de nossas produções está sob nosso controle.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>2. Você já produziu 4 álbuns, “Come in Peace” saiu em 2003 e “Healing” ano passado, 5 anos para lançar um novo álbum, quais as diferenças entre eles?</strong></span></p>
<p>Nos últimos 5 anos estava focado nas colaborações com outros artistas, abdicando de meus interesses próprios, foi um tempo muito bom para compartilhar diferentes visões e novas idéias para produzir meu último álbum.  Não consigo fazer comparações entre os dois últimos CDs, cada um tem suas características únicas, acho que captei o verdadeiro espírito do trance no meu último álbum “Healing”. Desde o início do trance, este estilo tem mostrado uma única coisa: kicks, bass e sons psicodélicos. Acredito que o espírito do trance está numa frequência longa e consistente e temos que preservar isso. A arte deve ser produzida com o coração e não como um produto industrializado.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>3. Você tem influências dos anos 80, quais artistas e bandas dessa época você admira?</strong></span></p>
<p>A década de 80 foi uma época de experimentar novos sons que perduram até hoje no coração de quem viveu esta geração, os sons desta época são muito apreciados e ainda hoje causam grande euforia nas pistas. Esta década faz parte de minha cultura musical, mas para falar a verdade tenho influências desde os anos 60, época de Beatles, entre outros. Agradeço muito esta geração também, que fizeram uma grande mudança na perspectiva musical, novamente com sons que serão eternos. Depeche Mode fez o som mais consistente até hoje e junto a ele o Kraftwerk que foi o primeiro grupo a trabalhar somente com a música eletrônica já em 1975.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>4. Você tem outro projeto com Pixel “The Unstables”, fale um pouco sobre ele. </strong></span></p>
<p>&#034;The Unstables&#034; já tem 3 tracks:  &#034;The Clone&#034; e 2 remixes, um remix da música &#034;Jens&#034; de 1993 que foi uma grande influência para mim naquele tempo e o outro para  X-Noize  de “Drum and Chase&#034; que ainda não foi lançado. O estilo é uma combinação de Psysex com Pixel, estamos planejando a produção de mais algumas tracks muito em breve.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>5. E sua agenda? Onde se apresentou recentemente? Festivais, clubs.</strong></span></p>
<p>Existem festas muito boas em Israel, a maioria em meio à natureza, eu toco muito em Israel, este é meu verdadeiro lar. Os últimos países em que me apresentei foram: Espanha, Hungria, Brasil, Portugal, Japão, Nepal e um festival enorme no norte de Israel produzido pelo projeto Moksha, foi um grande prazer tocar lá.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>6. Você tem remixes de GMS, Wrecked Machines, Eskimo, etc, atualmente você está remixando algum artista, qual?</strong></span></p>
<p>Acabei de terminar meu novo remix para Cosma de “People on Hold&#034;, será lançado em breve. E tem um outro remix de minha track “ Puzzle by Bliss” que será lançada em breve também.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>7. Você tocará na Tribe em julho, quais suas lembranças deste evento?   O que está preparando para esta edição?</strong></span></p>
<p>A Tribe tem um lugar muito especial no meu coração, tenho ótimas lembranças de todas as vezes que toquei neste evento. Para esta edição tocarei músicas inéditas e algumas antigas, que ainda funcionam nas pistas, trazendo boas recordações.</p>
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		<title>Entrevista com Hugo Italy</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 19:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Direto de Torino, Itália, chega Hugo, um DJ que começou a se envolver na música estudando jazz clássico e durante os anos 90 se apaixonou pela música eletrônica. Nessa época Hugo já carregava influências como Funkadelic, Head Hunter e Herbie Hancock, que podem ser notadas claramente em seu som. E seguindo esta linha de inspiração, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-8135" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="Hugo Italy" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/06/hugo-italy.jpg" alt="Hugo Italy" width="200" height="225" align="left" />Direto de <strong>Torino</strong>, <strong>Itália</strong>, chega <strong>Hu</strong>go, um <strong>DJ</strong> que começou a se envolver na música estudando jazz clássico e durante os anos 90 se apaixonou pela <a title="Música Eletrônica" href="http://www.eletromusica.com.br" target="_blank"><strong>música eletrônica</strong></a>. Nessa época <strong>Hugo</strong> já carregava influências como Funkadelic, Head Hunter e Herbie Hancock, que podem ser notadas claramente em seu som. E seguindo esta linha de inspiração, o artista faz uma reinvenção da música eletrônica, com um som lento, sexy, com riffs bem orientados e ótimo para dançar. No seu live traz batidas mais mecânicas e grooves de baixo mais profundos, com elementos de percussões latinas e funk eletrônico. Hugo mistura o artificial e o orgânico, criando um poderoso efeito nas pistas de dança.</p>
<p><strong>Confira a Entrevista com Hugo Italy</strong>:</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>1.</strong></span> <strong>Você é da Itália, como é a cena eletrênica aí? Qual o principal estilo? Existe algum grande festival?</strong></p>
<p>Bom, a <strong>música eletrônica</strong> na Itália é um pouco diferente. Há muitos produtores talentosos e DJs também, e a cena é bem ativa. Mas sobre os clubs existem apenas alguns em que se pode ouvir música de qualidade e viver os aspectos bons de uma festa.</p>
<p>A maioria dos lugares tocam música popular e estão mais ligadas no que está mais na moda do que no underground. Quantos aos festivais temos o Dissonanze Festival em Roma, um dos melhores por aqui. Roma também recebe o Amore Festival um dos maiores eventos da Europa, mas é mais voltado para a dance music. Infelizmente na Itália os festivais não são vistos como eventos culturais e de turismo jovem e os órgãos públicos não aprovam as festas como deveriam.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">2.</span> Você mistura jazz e funk em suas produções, quais bandas e artistas que você se inspira?</strong></p>
<p>Como sempre digo meu amor pela música foi gerado quando encontrei uma guitarra. Costumava ouvir as legendas da Black music desde adolescente. Jazz e funk são dois estilos que me possibilitam explorer mais a música eletrônica. George Clinton, Herbie Hancock, Chet Baker e Charles Mingus são meus favoritos mas fosto de ouvir sons diferentes também.  Como diz Charles Mingus: “<em>Na minha música, tento tocar a minha verdade. A razão da dificuldade é porque estou em constante mudança</em>”.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">3.</span> Quais foram suas últimas gigs? Você toca mais em clubs ou festas open?</strong></p>
<p>Toquei muito durante este ano, Tóquio e Canadá realmente me chocaram quanto à multidão e os padrões de vida. Os clubs na Europa são ótimos onde toco lives sets mais leves. Para festas open air estou preparando meu novo live set com minhas produções mais futurísticas e nos próximos meses estou iniciando oficialmente meu novo projeto o selo “Goodvibe Records”.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">4.</span> O que voê pensa sobre a cultura digital? Quais os pontos negativos e positivos para a acena da música eletrônica?</strong></p>
<p>Acredito que a revolução digital estpa mudando muitos aspectos relacionado à música e ao mercado fonográfico. Mas acredito que pelo lado criativo nada mudou. A Música hoje alçança uma imensa audiência mas somente os músicos conseguem fazer algo de qualidade. Não acho que as máquinas podem substituir o talento e o conhecimento sobre a música.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">5.</span> Você lançou seu primeiro ábum ano passado, &#034;The Sloop and the Siren&#034;, nos conte sobre este projeto.</strong></p>
<p>Bom, não foi somente um primeiro album mas o grande sucesso de minha carreira. “The Sloop and the Siren” foi o resumo de meu estilo techno. Estou muito orgulhoso por ter sido lançado pelo Jay Haze&#039;s Tuning Spork, um de meus selos favoritos desde o começo de minha carreira. Mas não imagina atingir este sucesso todo.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">6.</span> Você tocará na Tribe, um dos maiores festivais do Brasil e sera sua primeira vez por aqui. O que etsá esperando desta turnê?</strong></p>
<p>Estou muito ansioso e curioso, Brasil é uma terra de muita música e ritmos e meu conhecimento musical foi desenvolvid com bases em Jobim e Gilberto Gil. Meu live set incluirá muita tracks inéditas, espero que os brasileiros apreciem meu som.</p>
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		<title>Entrevista Com Oliver Huntemann</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Oliver Huntemann nasceu no norte da Alemanha e vive em Hamburgo atualmente. Pode-se dizer que hoje é um dos poucos ativistas remanescentes da velha guarda da música eletrônica. O artista foi influenciado pela onda da cultura americana que invadiu a Europa no fim dos anos 70, adquirindo influências que vão desde o rap ao grafitti. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8053" title="Oliver Huntemann" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/06/oliver-huntemann.jpg" alt="Oliver Huntemann" width="357" height="233" /></p>
<p><strong>Oliver Huntemann</strong> nasceu no norte da Alemanha e vive em Hamburgo atualmente. Pode-se dizer que hoje é um dos poucos ativistas remanescentes da velha guarda da <strong>música eletrônica</strong>. O artista foi influenciado pela onda da cultura americana que invadiu a Europa no fim dos anos 70, adquirindo influências que vão desde o rap ao grafitti. No final dos anos 80, com a tempestade do acid house, percebeu que essa era a sua aspiração e começou a tocar e produzir, realizando também suas próprias festas de techno.</p>
<p>Já fez remixes para grandes artistas da <a title="Música Eletrônica" href="http://www.eletromusica.com.br" target="_blank"><strong>música eletrônica</strong></a>, como Depeche Mode, Underworld e Chemical Brothers, além de ter feito parcerias com Dubfire e Stephan Bodzin. Sempre inovando, Oliver não pára de produzir e acaba de terminar a produção de seu último álbum “<em>H-3</em>”. Em breve lança o single “<em>Rikarda</em>”, que inclui o remix do top Paul Ritch. Logo depois sai o trabalho completo com 2 CDs, além de uma edição especial limitada com 3 vinis.</p>
<p><strong>Confira a Entrevista com Oliver Huntemann</strong>:</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>1.</strong></span> <strong>Olá Oliver, podemos ver em seu myspace muitas gigs pelo mundo, é incrível, você sente-se feliz morando nos aviões? Há quanto tempo tem viajado tanto assim?</strong></p>
<p><em>Parece que eu tenho o trabalho perfeito, gosto de viajar o mundo e gosto de ser DJ, mas para ser honesto não gosto de passar muito tempo dentro dos aviões, mas faz parte do meu trabalho. Não posso mudar as circunstâncias, então por que pensar nisso? Não vai mudar mesmo. Faço isso entre altos e baixos, há mais de 15 anos.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>2.</strong></span> <strong>Você ainda produz seus eventos? Nos conte sobre estas festas, qual o nome delas? É difícil organizar festas de música eletrônica na Alemanha?</strong></p>
<p><em>Oh, isto é um mal entendido. Nunca fui produtor de festas. Fiz poucas festas no começo de minha carreira, mas eram pequenas, era apenas para fazer algo acontecer em minha cidade. Atualmente quando fazemos as festas do meu selo próprio Ideal Audio, não somos nós que produzimos, fazemos as parcerias com as pessoas e os clubs das cidades onde acontecem os eventos. Com exceção de Hamburgo onde iniciamos uma nova série de eventos em maio. O plano é seguir este conceito uma ou duas vezes por ano. “Kickoff” foi com Dubfire e eu e já estamos discutindo a próxima.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>3.</strong></span> <strong>Seu último álbum é o “H-3”, por que este nome? Quais as inspirações para este projeto?<br />
</strong><br />
<em>H-3 significa que este é meu terceiro álbum, se fosse Huntemann-3 não seria tão cativante, na minha opinião. A intenção deste álbum foi criar um resumo de uma jornada pelos clubs noturnos como músicas para um warm up e para o after party, claro. Estou muito satisfeito com o resultado e isto mostra o quão diferente pode ser uma noite de música eletrônica.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>4.</strong></span> <strong>Falando sobre música eletrônica, o que você vê na Europa que você não vê por aqui e vice e versa?</strong></p>
<p><em>Não há grandes diferenças. O Brasil está muito entusiasta no momento. Vocês têm festivais fantásticos como a Tribe, XXXPERIENCE e Skol Beats como também ótimos clubs como D-Edge e Garage. É absolutamente o mesmo nível que a Europa, Austrália e o público é excepcional. A vibração do samba combinada à música eletrônica faz do Brasil um país único. Estou muito feliz em voltar novamente ao Brasil em julho.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>5.</strong></span> <strong>Você lançou a track Rikarda, depois deste single você lançou o CD duplo H-3 e uma edição especial com 3 vinis, o que faz deste projeto tão especial?</strong></p>
<p><em>Rikarda foi lançada em abril e se tornou um grande sucesso, o que foi muito importante antes de lançarmos o álbum completo, o H-3. Eu gosto muito do remix de Paul Ritch para Rikarda que juntamente com a original formou um pacote fantástico. Produzir um álbum é sempre muito especial e todo o restante também, gosto da combinação da música com uma arte de capa bacana. Para o H-3 lançamos o vinil triplo com uma capa que pode ser aberta como um livro e com uma impressão de arte muito criativa. A mesma impressão foi usada para o CD, muito luxuosa.</em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>6.</strong></span> <strong>Você costuma produzir com grandes artistas como Dubfire, Stephan Bodzin, quais as novidades em termos de parcerias?<br />
</strong><br />
<em>Eu e Dubfire estamos trabalhando nosso terceiro single. Estamos testando algumas versões que têm funcionado muito bem, mas ainda não terminamos. Também fiz um remix para Extrawelt para o selo Cocoon que será lançada em junho. Não tenho tempo para mais projetos, como vêem em minha agenda no myspace os próximos meses serão pesados. Fora isso, também trabalho para o meu selo Ideal Audio. </em></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>7.</strong></span> <strong>O que está preparando para a Tribe? Alguma track inédita?</strong></p>
<p><em>Estou certo de que levarei muitas novidades para a Tribe e espero que todos gostem. Estou ansioso para chegar ao Brasil!</em></p>
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		<title>Entrevista com Layo Paskin e Mathew Bushwacka</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 21:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davidson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Layo Paskin e Mathew Bushwacka são os ingleses ex-proprietários do lendário club The End. Bushwacka é um percussionista formado pela Escola da Orquestra Sinfônica de Londres, enquanto Layo iniciou sua carreira no mundo da música através do acid house, no fim dos anos 80. Em 1990 começaram a produzir juntos arrematando residências em clubs no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-7955" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="Layo Paskin e Mathew Bushwacka" src="http://www.eletromusica.com.br/wp-content/uploads/2009/06/layo-e-bushwacka.jpg" alt="layo-e-bushwacka" width="231" height="294" align="left" /><strong>Layo Paskin</strong> e <strong>Mathew Bushwacka</strong> são os ingleses ex-proprietários do lendário club The End. <strong>Bushwacka</strong> é um percussionista formado pela Escola da Orquestra Sinfônica de Londres, enquanto Layo iniciou sua carreira no mundo da música através do acid house, no fim dos anos 80. Em 1990 começaram a produzir juntos arrematando residências em clubs no mundo inteiro.</p>
<p>Os ingleses ficaram conhecidos por incorporar em seu som diversos elementos como jazz, techno, pop e até ópera! Recentemente lançaram o seu novo single “<em>Dromederie</em>”, que tem como principal característica a direta influência da música espanhola e de elementos da música flamenca.</p>
<p><strong> Confira a entrevista cedida a Tribe!</strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>1.</strong></span> <strong>Pesquisando sobre vocês no myspace, escutamos suas músicas e percebemos que são tracks bastante estilosas, vocês têm ótimas influências. Quando escutamos sua música imaginamos pessoas lindas dançando em frente a vocês. Descreva um pouco sobre suas produções e o público que segue seu trabalho</strong>.</p>
<p>O que você quer dizer com estilosas? Com classe, é isso? Muito obrigado pelo elogio… Nós gostamos de fazer música com sentimento, com uma visão de nós mesmos, mas também buscando saber o que vai funcionar nas pistas para fazer o público dançar. Acredito que o público que conhece nosso trabalho, através dos álbuns e singles, sabe que fazemos algo com qualidade e de corpo e alma.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>2.</strong></span> <strong>O single “Dromederie” tem influências da música flamenca e espanhola, nos conte sobre como você mistura tudo. Quais as influências para produzir este single?</strong></p>
<p>Esta track realmente tem influências da música flamenca, amamos este ritmo e inserimos os padrões da castanhola na batida eletrônica. Isto proporciona uma incrível base para o resto da faixa, pretendemos fazer outro mix desta série. As influências vêm das viagens que fazemos em países latinos.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>3.</strong></span> <strong>Como vocês vêem a cena eletrônica em Londres? Quais os clubs interessantes por aí? Existe alguma rave ainda em Londres?</strong></p>
<p>Londres está sempre mudando, nos últimos 2 anos houve o fechamento de alguns clubs por diversas razões e o club The End, do qual éramos sócios, fechou pois haviam muitas Warehouse Parties acontecendo no leste e no sul de Londres. Mas é claro que ainda existem grandes clubs mas não onde existe o grande movimento da música eletrônica, de qualquer forma há muitas novas casas que estão para inaugurar em breve. Raves também têm, mas não como antigamente e não como a Tribe por exemplo.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>4.</strong></span> <strong>“<em>The End</em>” não existe mais, por que escolheram este nome? Quando criaram o nome já sabiam que o club iria fechar em dez anos?</strong></p>
<p>O nome foi criado por uma pessoa que conhecíamos, nós gostamos da singularidade deste nome, fechamos o club depois de 13 anos e não 10, e não sabíamos que iria fechar numa data específica, achávamos que duraria até menos tempo, mas foi uma jornada incrível.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>5.</strong></span> <strong>Vocês começaram a tocar em 1990, na opinião de vocês, quais as grandes mudanças no mercado da e-music até os dias atuais?</strong></p>
<p>Bom, a principal mudança é o modo como as pessoas compartilham e compram as músicas. Isso mudou completamente a indústria fonográfica, em 1990 não podíamos imaginar que em questão de segundos poderíamos enviar pela internet nossa última produção para Londres inteira, para todo Brasil, para o mundo todo! Hoje em dia quando viajo tenho em meu laptop mais de 6000 tracks disponíveis para eu tocar. Imagine tudo isso em CDs? Impossível!</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>6.</strong></span> <strong>Para a próxima turnê no Brasil, o que estão preparando?</strong></p>
<p>Nós tocaremos somente músicas de nossa autoria e estamos preparando várias tracks inéditas, será um show único e muito especial.</p>
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